Agências bancárias — todos os países

Agências bancárias — Uruguai

Agências bancárias no Uruguai em 2024 — 8,6 por 100 mil. Posição 100 no mundo, de um total de 153. Desde 2004, o indicador caiu 33,5%.

2024 8,6 por 100 mil −4,83% vs 2023
Posição no mundo 100de 153
Máximo do período 13,77 por 100 mil2010
Mínimo do período 8,6 por 100 mil2024

Evolução ao longo do tempo

2004–2024 · por 100.000 adultos

Agências bancárias — Uruguai, 2004–20248101214200420062008201020122014201620182020202220242004: 12,94 por 100 mil2005: 12,89 por 100 mil2006: 13,48 por 100 mil2007: 13,61 por 100 mil2008: 13,74 por 100 mil2009: 13,58 por 100 mil2010: 13,77 por 100 mil2011: 13,72 por 100 mil2012: 12,91 por 100 mil2013: 12,76 por 100 mil2014: 12,38 por 100 mil2015: 12,16 por 100 mil2016: 11,61 por 100 mil2017: 11,14 por 100 mil2018: 10,19 por 100 mil2019: 9,99 por 100 mil2020: 10,16 por 100 mil2021: 9,79 por 100 mil2022: 9,66 por 100 mil2023: 9,04 por 100 mil2024: 8,6 por 100 mil
Variação no período: −4,34 (−33,53%) Taxa média anual: -2,02 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Uruguai

Uruguai 8,6 por 100 mil
Mundo 11,12 por 100 mil
América Latina e Caribe 11,58 por 100 mil
América do Sul calculado 14,52 por 100 mil
Agências bancárias — Uruguai, por ano Uruguai Todos os países CSV XLSX
Ano por 100 mil Variação Variação, %
2024 8,6 −0,44 −4,83%
2023 9,04 −0,62 −6,4%
2022 9,66 −0,14 −1,4%
2021 9,79 −0,37 −3,64%
2020 10,16 +0,17 +1,69%
2019 9,99 −0,2 −1,92%
2018 10,19 −0,95 −8,51%
2017 11,14 −0,47 −4,07%
2016 11,61 −0,55 −4,54%
2015 12,16 −0,22 −1,79%
2014 12,38 −0,38 −2,96%
2013 12,76 −0,15 −1,17%
2012 12,91 −0,81 −5,9%
2011 13,72 −0,04 −0,32%
2010 13,77 +0,19 +1,38%
2009 13,58 −0,16 −1,15%
2008 13,74 +0,12 +0,91%
2007 13,61 +0,13 +0,99%
2006 13,48 +0,58 +4,53%
2005 12,89 −0,05 −0,35%
2004 12,94

Sobre o indicador

Número de agências de bancos comerciais por 100.000 adultos. O indicador foi concebido como medida de acesso a serviços financeiros, mas agora precisa ser lido com cuidado: nos países em que o atendimento bancário migrou para o celular as agências fecham, e a queda do valor não significa perda de acesso, e sim mudança na forma dele. O caso mais evidente é o do Quênia e de outros países da África Oriental, onde o dinheiro móvel alcançou a população sem passar por agências.

Importante: É uma medida da presença física dos bancos, não do acesso a serviços financeiros. Onde os pagamentos por celular são difundidos, um valor baixo não indica isolamento financeiro.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.