Agências bancárias — todos os países

Agências bancárias — Argentina

Agências bancárias na Argentina em 2024 — 12,3 por 100 mil. Posição 78 no mundo, de um total de 153. Desde 2004, o indicador caiu 7,2%.

2024 12,3 por 100 mil −2,42% vs 2023
Posição no mundo 78de 153
Máximo do período 13,4 por 100 mil2017
Mínimo do período 12,3 por 100 mil2024

Evolução ao longo do tempo

2004–2024 · por 100.000 adultos

Agências bancárias — Argentina, 2004–20241212,51313,5200420062008201020122014201620182020202220242004: 13,26 por 100 mil2005: 13,07 por 100 mil2006: 13,06 por 100 mil2007: 13,01 por 100 mil2008: 12,95 por 100 mil2009: 12,81 por 100 mil2010: 12,82 por 100 mil2011: 12,94 por 100 mil2012: 13,03 por 100 mil2013: 13,06 por 100 mil2014: 13,06 por 100 mil2015: 13,1 por 100 mil2016: 13,3 por 100 mil2017: 13,4 por 100 mil2018: 13,36 por 100 mil2019: 13,34 por 100 mil2020: 13,13 por 100 mil2021: 13,06 por 100 mil2022: 13 por 100 mil2023: 12,61 por 100 mil2024: 12,3 por 100 mil
Variação no período: −0,96 (−7,21%) Taxa média anual: -0,37 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Argentina

Argentina 12,3 por 100 mil
Mundo 11,12 por 100 mil
América Latina e Caribe 11,58 por 100 mil
América do Sul calculado 14,52 por 100 mil
Países de renda média-alta calculado 10,22 por 100 mil
Agências bancárias — Argentina, por ano Argentina Todos os países CSV XLSX
Ano por 100 mil Variação Variação, %
2024 12,3 −0,31 −2,42%
2023 12,61 −0,39 −3%
2022 13 −0,07 −0,51%
2021 13,06 −0,07 −0,54%
2020 13,13 −0,21 −1,55%
2019 13,34 −0,02 −0,15%
2018 13,36 −0,04 −0,29%
2017 13,4 +0,1 +0,77%
2016 13,3 +0,2 +1,53%
2015 13,1 +0,04 +0,32%
2014 13,06 −0,01 −0,07%
2013 13,06 +0,03 +0,26%
2012 13,03 +0,09 +0,7%
2011 12,94 +0,12 +0,9%
2010 12,82 +0,02 +0,13%
2009 12,81 −0,14 −1,07%
2008 12,95 −0,06 −0,5%
2007 13,01 −0,05 −0,39%
2006 13,06 −0,01 −0,05%
2005 13,07 −0,19 −1,44%
2004 13,26

Sobre o indicador

Número de agências de bancos comerciais por 100.000 adultos. O indicador foi concebido como medida de acesso a serviços financeiros, mas agora precisa ser lido com cuidado: nos países em que o atendimento bancário migrou para o celular as agências fecham, e a queda do valor não significa perda de acesso, e sim mudança na forma dele. O caso mais evidente é o do Quênia e de outros países da África Oriental, onde o dinheiro móvel alcançou a população sem passar por agências.

Importante: É uma medida da presença física dos bancos, não do acesso a serviços financeiros. Onde os pagamentos por celular são difundidos, um valor baixo não indica isolamento financeiro.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.