Agências bancárias — todos os países

Agências bancárias — Suriname

Agências bancárias no Suriname em 2024 — 9,96 por 100 mil. Posição 93 no mundo, de um total de 153. Desde 2004, o indicador caiu 1,9%.

2024 9,96 por 100 mil −3,34% vs 2023
Posição no mundo 93de 153
Máximo do período 12,01 por 100 mil2014
Mínimo do período 9,96 por 100 mil2024

Evolução ao longo do tempo

2004–2024 · por 100.000 adultos

Agências bancárias — Suriname, 2004–2024910111213200420062008201020122014201620182020202220242004: 10,15 por 100 mil2005: 10,31 por 100 mil2006: 10,19 por 100 mil2007: 10,33 por 100 mil2008: 10,2 por 100 mil2009: 10,32 por 100 mil2010: 10,96 por 100 mil2011: 10,79 por 100 mil2012: 10,63 por 100 mil2013: 11,95 por 100 mil2014: 12,01 por 100 mil2015: 10,61 por 100 mil2016: 10,91 por 100 mil2017: 11,21 por 100 mil2018: 11,28 por 100 mil2019: 11,11 por 100 mil2020: 10,71 por 100 mil2021: 10,58 por 100 mil2022: 10,44 por 100 mil2023: 10,31 por 100 mil2024: 9,96 por 100 mil
Variação no período: −0,19 (−1,89%) Taxa média anual: -0,1 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Suriname

Suriname 9,96 por 100 mil
Mundo 11,12 por 100 mil
América Latina e Caribe 11,58 por 100 mil
América do Sul calculado 14,52 por 100 mil
Países de renda média-alta calculado 10,22 por 100 mil
Agências bancárias — Suriname, por ano Suriname Todos os países CSV XLSX
Ano por 100 mil Variação Variação, %
2024 9,96 −0,34 −3,34%
2023 10,31 −0,14 −1,32%
2022 10,44 −0,13 −1,23%
2021 10,58 −0,14 −1,3%
2020 10,71 −0,39 −3,53%
2019 11,11 −0,17 −1,5%
2018 11,28 +0,07 +0,58%
2017 11,21 +0,3 +2,73%
2016 10,91 +0,3 +2,87%
2015 10,61 −1,4 −11,65%
2014 12,01 +0,05 +0,45%
2013 11,95 +1,33 +12,48%
2012 10,63 −0,17 −1,54%
2011 10,79 −0,16 −1,49%
2010 10,96 +0,64 +6,15%
2009 10,32 +0,13 +1,23%
2008 10,2 −0,14 −1,31%
2007 10,33 +0,14 +1,41%
2006 10,19 −0,13 −1,22%
2005 10,31 +0,16 +1,57%
2004 10,15

Sobre o indicador

Número de agências de bancos comerciais por 100.000 adultos. O indicador foi concebido como medida de acesso a serviços financeiros, mas agora precisa ser lido com cuidado: nos países em que o atendimento bancário migrou para o celular as agências fecham, e a queda do valor não significa perda de acesso, e sim mudança na forma dele. O caso mais evidente é o do Quênia e de outros países da África Oriental, onde o dinheiro móvel alcançou a população sem passar por agências.

Importante: É uma medida da presença física dos bancos, não do acesso a serviços financeiros. Onde os pagamentos por celular são difundidos, um valor baixo não indica isolamento financeiro.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.