Agências bancárias — todos os países

Agências bancárias — Brasil

Agências bancárias no Brasil em 2024 — 15,83 por 100 mil. Posição 55 no mundo, de um total de 153. Desde 2004, o indicador caiu 16,3%.

2024 15,83 por 100 mil −3,44% vs 2023
Posição no mundo 55de 153
Máximo do período 21,5 por 100 mil2014
Mínimo do período 15,83 por 100 mil2024

Evolução ao longo do tempo

2004–2024 · por 100.000 adultos

Agências bancárias — Brasil, 2004–20241416182022200420062008201020122014201620182020202220242004: 18,91 por 100 mil2005: 18,81 por 100 mil2006: 18,66 por 100 mil2007: 18,73 por 100 mil2008: 19,32 por 100 mil2009: 19,33 por 100 mil2010: 18,83 por 100 mil2011: 19,38 por 100 mil2012: 20,64 por 100 mil2013: 20,78 por 100 mil2014: 21,5 por 100 mil2015: 21,14 por 100 mil2016: 20,62 por 100 mil2017: 19,8 por 100 mil2018: 19,29 por 100 mil2019: 19,04 por 100 mil2020: 18,31 por 100 mil2021: 17,55 por 100 mil2022: 16,91 por 100 mil2023: 16,39 por 100 mil2024: 15,83 por 100 mil
Variação no período: −3,08 (−16,27%) Taxa média anual: -0,88 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Brasil

Brasil 15,83 por 100 mil
Mundo 11,12 por 100 mil
América Latina e Caribe 11,58 por 100 mil
América do Sul calculado 14,52 por 100 mil
Países de renda média-alta calculado 10,22 por 100 mil
Agências bancárias — Brasil, por ano Brasil Todos os países CSV XLSX
Ano por 100 mil Variação Variação, %
2024 15,83 −0,56 −3,44%
2023 16,39 −0,52 −3,07%
2022 16,91 −0,64 −3,64%
2021 17,55 −0,76 −4,13%
2020 18,31 −0,73 −3,84%
2019 19,04 −0,25 −1,32%
2018 19,29 −0,51 −2,56%
2017 19,8 −0,82 −3,99%
2016 20,62 −0,51 −2,42%
2015 21,14 −0,37 −1,71%
2014 21,5 +0,73 +3,5%
2013 20,78 +0,14 +0,68%
2012 20,64 +1,25 +6,47%
2011 19,38 +0,55 +2,92%
2010 18,83 −0,5 −2,57%
2009 19,33 +0,01 +0,06%
2008 19,32 +0,59 +3,15%
2007 18,73 +0,07 +0,38%
2006 18,66 −0,16 −0,84%
2005 18,81 −0,09 −0,49%
2004 18,91

Sobre o indicador

Número de agências de bancos comerciais por 100.000 adultos. O indicador foi concebido como medida de acesso a serviços financeiros, mas agora precisa ser lido com cuidado: nos países em que o atendimento bancário migrou para o celular as agências fecham, e a queda do valor não significa perda de acesso, e sim mudança na forma dele. O caso mais evidente é o do Quênia e de outros países da África Oriental, onde o dinheiro móvel alcançou a população sem passar por agências.

Importante: É uma medida da presença física dos bancos, não do acesso a serviços financeiros. Onde os pagamentos por celular são difundidos, um valor baixo não indica isolamento financeiro.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.