Produção de gás natural — todos os países

Produção de gás natural — Venezuela

Produção de gás natural na Venezuela em 2024 — 25,43 bi m³. Posição 27 no mundo, de um total de 213. Desde 1980, o indicador aumentou 73,7%.

2024 25,43 bi m³ +6% vs 2023
Posição no mundo 27de 213
Máximo do período 31,71 bi m³2001
Mínimo do período 14,64 bi m³1980

Evolução ao longo do tempo

1980–2024 · bilhões de metros cúbicos

Produção de gás natural — Venezuela, 1980–202410152025303519801985199019952000200520102015202020241980: 14,64 bi m³1981: 16,2 bi m³1982: 16,99 bi m³1983: 16,31 bi m³1984: 17,27 bi m³1985: 17,5 bi m³1986: 19,09 bi m³1987: 18,6 bi m³1988: 18,58 bi m³1989: 21,78 bi m³1990: 21,55 bi m³1991: 22,47 bi m³1992: 21,62 bi m³1993: 23,08 bi m³1994: 24,81 bi m³1995: 25,21 bi m³1996: 27,2 bi m³1997: 28,14 bi m³1998: 31,44 bi m³1999: 26,78 bi m³2000: 27,2 bi m³2001: 31,71 bi m³2002: 28,41 bi m³2003: 24,4 bi m³2004: 27,2 bi m³2005: 23,44 bi m³2006: 26 bi m³2007: 20,73 bi m³2008: 20,75 bi m³2009: 18,43 bi m³2010: 19,73 bi m³2011: 20,77 bi m³2012: 22,73 bi m³2013: 21,82 bi m³2014: 21,88 bi m³2015: 26 bi m³2016: 27,52 bi m³2017: 27,08 bi m³2018: 23,31 bi m³2019: 19,89 bi m³2020: 19,12 bi m³2021: 21,26 bi m³2022: 23,6 bi m³2023: 23,99 bi m³2024: 25,43 bi m³
Variação no período: +10,79 (+73,7%) Taxa média anual: 1,26 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Venezuela

Venezuela 25,43 bi m³
Mundo calculado 4.218,35 bi m³
América Latina e Caribe calculado 188,15 bi m³
América do Sul calculado 130,53 bi m³
Produção de gás natural — Venezuela, por ano Venezuela Todos os países CSV XLSX
Ano bi m³ Variação Variação, %
2024 25,43 +1,44 +6%
2023 23,99 +0,39 +1,66%
2022 23,6 +2,34 +10,99%
2021 21,26 +2,14 +11,19%
2020 19,12 −0,76 −3,84%
2019 19,89 −3,42 −14,69%
2018 23,31 −3,77 −13,93%
2017 27,08 −0,44 −1,6%
2016 27,52 +1,52 +5,84%
2015 26 +4,13 +18,85%
2014 21,88 +0,06 +0,27%
2013 21,82 −0,91 −3,99%
2012 22,73 +1,96 +9,42%
2011 20,77 +1,04 +5,28%
2010 19,73 +1,3 +7,05%
2009 18,43 −2,32 −11,19%
2008 20,75 +0,02 +0,1%
2007 20,73 −5,27 −20,27%
2006 26 +2,56 +10,9%
2005 23,44 −3,76 −13,81%
2004 27,2 +2,8 +11,48%
2003 24,4 −4,01 −14,11%
2002 28,41 −3,3 −10,41%
2001 31,71 +4,51 +16,58%
2000 27,2 +0,42 +1,57%
1999 26,78 −4,66 −14,82%
1998 31,44 +3,3 +11,73%
1997 28,14 +0,94 +3,46%
1996 27,2 +1,99 +7,9%
1995 25,21 +0,4 +1,6%
1994 24,81 +1,73 +7,5%
1993 23,08 +1,46 +6,75%
1992 21,62 −0,85 −3,79%
1991 22,47 +0,92 +4,28%
1990 21,55 −0,23 −1,05%
1989 21,78 +3,2 +17,23%
1988 18,58 −0,03 −0,15%
1987 18,6 −0,48 −2,52%
1986 19,09 +1,59 +9,06%
1985 17,5 +0,23 +1,31%
1984 17,27 +0,96 +5,9%
1983 16,31 −0,68 −4%
1982 16,99 +0,79 +4,9%
1981 16,2 +1,56 +10,64%
1980 14,64

Sobre o indicador

Produção de gás natural comercializável no ano, em bilhões de metros cúbicos. “Comercializável” significa o gás depois da remoção de impurezas e da retirada do condensado — ou seja, aquele que chega ao consumidor, e não o que sai do poço: a diferença entre essas grandezas chega a um quarto em alguns países, porque parte do gás é reinjetada na formação ou queimada em flares. O mercado de gás segue mais preso aos gasodutos que o de petróleo, por isso grandes produtores e grandes consumidores costumam ser vizinhos.

Importante: Gás comercializável, após a remoção de impurezas: o gás reinjetado na formação e o queimado em flares não entram nesta grandeza.

Fonte: Estatísticas energéticas internacionais (EIA), licença Domínio público (obra de órgão federal dos EUA).