Produção de gás natural — todos os países

Produção de gás natural — Argentina

Produção de gás natural na Argentina em 2024 — 46,78 bi m³. Posição 16 no mundo, de um total de 213. Desde 1980, o indicador aumentou 490%.

2024 46,78 bi m³ +7,8% vs 2023
Posição no mundo 16de 213
Máximo do período 46,78 bi m³2024
Mínimo do período 7,93 bi m³1980

Evolução ao longo do tempo

1980–2024 · bilhões de metros cúbicos

Produção de gás natural — Argentina, 1980–2024020406019801985199019952000200520102015202020241980: 7,93 bi m³1981: 9,8 bi m³1982: 11,3 bi m³1983: 12,6 bi m³1984: 13,99 bi m³1985: 14,16 bi m³1986: 15,49 bi m³1987: 14,92 bi m³1988: 17,9 bi m³1989: 20,39 bi m³1990: 17,84 bi m³1991: 19,93 bi m³1992: 20,09 bi m³1993: 21,52 bi m³1994: 22,27 bi m³1995: 25,01 bi m³1996: 26,57 bi m³1997: 27,38 bi m³1998: 29,59 bi m³1999: 34,57 bi m³2000: 37,41 bi m³2001: 37,14 bi m³2002: 36,11 bi m³2003: 41,04 bi m³2004: 44,88 bi m³2005: 45,63 bi m³2006: 46,1 bi m³2007: 44,83 bi m³2008: 44,06 bi m³2009: 41,36 bi m³2010: 40,1 bi m³2011: 38,77 bi m³2012: 37,64 bi m³2013: 35,56 bi m³2014: 35,5 bi m³2015: 36,4 bi m³2016: 39,27 bi m³2017: 40,91 bi m³2018: 41,95 bi m³2019: 43,72 bi m³2020: 40,3 bi m³2021: 40,62 bi m³2022: 44,24 bi m³2023: 43,39 bi m³2024: 46,78 bi m³
Variação no período: +38,85 (+490,01%) Taxa média anual: 4,12 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Argentina

Argentina 46,78 bi m³
Mundo calculado 4.218,35 bi m³
América Latina e Caribe calculado 188,15 bi m³
América do Sul calculado 130,53 bi m³
Países de renda média-alta calculado 836,85 bi m³
Produção de gás natural — Argentina, por ano Argentina Todos os países CSV XLSX
Ano bi m³ Variação Variação, %
2024 46,78 +3,39 +7,8%
2023 43,39 −0,85 −1,92%
2022 44,24 +3,63 +8,93%
2021 40,62 +0,32 +0,8%
2020 40,3 −3,43 −7,84%
2019 43,72 +1,77 +4,22%
2018 41,95 +1,04 +2,54%
2017 40,91 +1,65 +4,2%
2016 39,27 +2,87 +7,87%
2015 36,4 +0,9 +2,54%
2014 35,5 −0,06 −0,17%
2013 35,56 −2,08 −5,53%
2012 37,64 −1,13 −2,91%
2011 38,77 −1,33 −3,32%
2010 40,1 −1,26 −3,05%
2009 41,36 −2,7 −6,12%
2008 44,06 −0,77 −1,72%
2007 44,83 −1,27 −2,75%
2006 46,1 +0,47 +1,03%
2005 45,63 +0,75 +1,67%
2004 44,88 +3,84 +9,36%
2003 41,04 +4,93 +13,65%
2002 36,11 −1,03 −2,77%
2001 37,14 −0,27 −0,72%
2000 37,41 +2,84 +8,22%
1999 34,57 +4,98 +16,83%
1998 29,59 +2,21 +8,07%
1997 27,38 +0,81 +3,05%
1996 26,57 +1,56 +6,24%
1995 25,01 +2,74 +12,3%
1994 22,27 +0,75 +3,48%
1993 21,52 +1,43 +7,12%
1992 20,09 +0,16 +0,8%
1991 19,93 +2,09 +11,72%
1990 17,84 −2,55 −12,5%
1989 20,39 +2,49 +13,92%
1988 17,9 +2,97 +19,92%
1987 14,92 −0,57 −3,66%
1986 15,49 +1,33 +9,4%
1985 14,16 +0,17 +1,21%
1984 13,99 +1,39 +11,01%
1983 12,6 +1,3 +11,53%
1982 11,3 +1,5 +15,32%
1981 9,8 +1,87 +23,57%
1980 7,93

Sobre o indicador

Produção de gás natural comercializável no ano, em bilhões de metros cúbicos. “Comercializável” significa o gás depois da remoção de impurezas e da retirada do condensado — ou seja, aquele que chega ao consumidor, e não o que sai do poço: a diferença entre essas grandezas chega a um quarto em alguns países, porque parte do gás é reinjetada na formação ou queimada em flares. O mercado de gás segue mais preso aos gasodutos que o de petróleo, por isso grandes produtores e grandes consumidores costumam ser vizinhos.

Importante: Gás comercializável, após a remoção de impurezas: o gás reinjetado na formação e o queimado em flares não entram nesta grandeza.

Fonte: Estatísticas energéticas internacionais (EIA), licença Domínio público (obra de órgão federal dos EUA).