Produção de gás natural — todos os países

Produção de gás natural — Peru

Produção de gás natural no Peru em 2024 — 13,56 bi m³. Posição 35 no mundo, de um total de 213. Desde 1980, o indicador aumentou 1.097,3%.

2024 13,56 bi m³ −1,4% vs 2023
Posição no mundo 35de 213
Máximo do período 14,03 bi m³2016
Mínimo do período 0,24 bi m³1997

Evolução ao longo do tempo

1980–2024 · bilhões de metros cúbicos

Produção de gás natural — Peru, 1980–202405101519801985199019952000200520102015202020241980: 1,13 bi m³1981: 1,39 bi m³1982: 1,3 bi m³1983: 1,3 bi m³1984: 1,3 bi m³1985: 1,33 bi m³1986: 1,39 bi m³1987: 1,33 bi m³1988: 1,25 bi m³1989: 1,16 bi m³1990: 0,54 bi m³1991: 0,52 bi m³1992: 0,51 bi m³1993: 0,96 bi m³1994: 0,98 bi m³1995: 0,93 bi m³1996: 0,97 bi m³1997: 0,24 bi m³1998: 0,41 bi m³1999: 0,41 bi m³2000: 0,34 bi m³2001: 0,37 bi m³2002: 0,44 bi m³2003: 0,52 bi m³2004: 0,86 bi m³2005: 1,58 bi m³2006: 1,78 bi m³2007: 2,67 bi m³2008: 3,65 bi m³2009: 3,47 bi m³2010: 7,23 bi m³2011: 11,35 bi m³2012: 11,85 bi m³2013: 12,2 bi m³2014: 12,9 bi m³2015: 12,62 bi m³2016: 14,03 bi m³2017: 12,99 bi m³2018: 12,71 bi m³2019: 13,43 bi m³2020: 12,03 bi m³2021: 11,37 bi m³2022: 13,7 bi m³2023: 13,75 bi m³2024: 13,56 bi m³
Variação no período: +12,43 (+1.097,35%) Taxa média anual: 5,8 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Peru

Peru 13,56 bi m³
Mundo calculado 4.218,35 bi m³
América Latina e Caribe calculado 188,15 bi m³
América do Sul calculado 130,53 bi m³
Países de renda média-alta calculado 836,85 bi m³
Produção de gás natural — Peru, por ano Peru Todos os países CSV XLSX
Ano bi m³ Variação Variação, %
2024 13,56 −0,19 −1,4%
2023 13,75 +0,06 +0,41%
2022 13,7 +2,33 +20,49%
2021 11,37 −0,66 −5,51%
2020 12,03 −1,39 −10,37%
2019 13,43 +0,71 +5,62%
2018 12,71 −0,28 −2,13%
2017 12,99 −1,05 −7,46%
2016 14,03 +1,41 +11,21%
2015 12,62 −0,28 −2,17%
2014 12,9 +0,7 +5,74%
2013 12,2 +0,35 +2,95%
2012 11,85 +0,5 +4,41%
2011 11,35 +4,12 +56,98%
2010 7,23 +3,76 +108,36%
2009 3,47 −0,18 −4,93%
2008 3,65 +0,98 +36,7%
2007 2,67 +0,89 +50%
2006 1,78 +0,2 +12,66%
2005 1,58 +0,72 +83,72%
2004 0,86 +0,34 +65,38%
2003 0,52 +0,08 +18,18%
2002 0,44 +0,07 +18,92%
2001 0,37 +0,03 +8,82%
2000 0,34 −0,07 −17,07%
1999 0,41 +0 +0%
1998 0,41 +0,17 +70,83%
1997 0,24 −0,73 −75,26%
1996 0,97 +0,04 +4,31%
1995 0,93 −0,05 −5,11%
1994 0,98 +0,02 +2,09%
1993 0,96 +0,45 +89,68%
1992 0,51 −0,01 −2,68%
1991 0,52 −0,02 −3,35%
1990 0,54 −0,62 −53,66%
1989 1,16 −0,08 −6,82%
1988 1,25 −0,08 −6,38%
1987 1,33 −0,06 −4,08%
1986 1,39 +0,06 +4,26%
1985 1,33 +0,03 +2,17%
1984 1,3 +0 +0%
1983 1,3 +0 +0%
1982 1,3 −0,08 −6,12%
1981 1,39 +0,25 +22,5%
1980 1,13

Sobre o indicador

Produção de gás natural comercializável no ano, em bilhões de metros cúbicos. “Comercializável” significa o gás depois da remoção de impurezas e da retirada do condensado — ou seja, aquele que chega ao consumidor, e não o que sai do poço: a diferença entre essas grandezas chega a um quarto em alguns países, porque parte do gás é reinjetada na formação ou queimada em flares. O mercado de gás segue mais preso aos gasodutos que o de petróleo, por isso grandes produtores e grandes consumidores costumam ser vizinhos.

Importante: Gás comercializável, após a remoção de impurezas: o gás reinjetado na formação e o queimado em flares não entram nesta grandeza.

Fonte: Estatísticas energéticas internacionais (EIA), licença Domínio público (obra de órgão federal dos EUA).