Participação dos combustíveis nas importações — todos os países

Participação dos combustíveis nas importações — Jamaica

Participação dos combustíveis nas importações na Jamaica em 2023 — 26,87%. Posição 18 no mundo, de um total de 160. Desde 1962, o indicador aumentou 17,62 p.p..

2023 26,87% −3,91 p.p. vs 2022
Posição no mundo 18de 160
Máximo do período 40,58%2008
Mínimo do período 9,02%1963

Evolução ao longo do tempo

1962–2023 · % das importações de mercadorias

Participação dos combustíveis nas importações — Jamaica, 1962–2023020406019621969197619831990199720042011201820231962: 9,25%1963: 9,02%1972: 9,04%1973: 10,91%1974: 20,89%1975: 19,18%1976: 22,75%1977: 29,07%1978: 24,16%1979: 32,01%1980: 37,83%1981: 33,25%1982: 29,04%1983: 29,9%1984: 30,19%1985: 32,08%1986: 20,52%1987: 19,21%1991: 17,89%1992: 17,87%1993: 15,71%1994: 14,85%1995: 12,65%1996: 15,23%1997: 13,12%1998: 9,77%1999: 13,1%2000: 18,37%2001: 18,09%2002: 17,73%2003: 20,86%2004: 24,71%2005: 28,36%2006: 24,46%2007: 33,8%2008: 40,58%2009: 27,58%2010: 30,34%2011: 35,9%2012: 36,25%2013: 36,35%2014: 33,81%2015: 22,97%2016: 19,79%2017: 24,46%2018: 26,09%2019: 26,88%2020: 19,67%2021: 25,86%2022: 30,78%2023: 26,87%
Variação no período: +17,62 p.p. Média anual: 0,29 p.p.

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Jamaica

Jamaica 26,87%
Mundo 14,07%
Participação dos combustíveis nas importações — Jamaica, por ano Jamaica Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2023 26,87 −3,91 p.p.
2022 30,78 +4,92 p.p.
2021 25,86 +6,19 p.p.
2020 19,67 −7,21 p.p.
2019 26,88 +0,78 p.p.
2018 26,09 +1,63 p.p.
2017 24,46 +4,68 p.p.
2016 19,79 −3,19 p.p.
2015 22,97 −10,83 p.p.
2014 33,81 −2,54 p.p.
2013 36,35 +0,09 p.p.
2012 36,25 +0,35 p.p.
2011 35,9 +5,56 p.p.
2010 30,34 +2,77 p.p.
2009 27,58 −13,01 p.p.
2008 40,58 +6,79 p.p.
2007 33,8 +9,34 p.p.
2006 24,46 −3,9 p.p.
2005 28,36 +3,65 p.p.
2004 24,71 +3,85 p.p.
2003 20,86 +3,13 p.p.
2002 17,73 −0,36 p.p.
2001 18,09 −0,28 p.p.
2000 18,37 +5,27 p.p.
1999 13,1 +3,33 p.p.
1998 9,77 −3,35 p.p.
1997 13,12 −2,11 p.p.
1996 15,23 +2,58 p.p.
1995 12,65 −2,19 p.p.
1994 14,85 −0,86 p.p.
1993 15,71 −2,16 p.p.
1992 17,87 −0,02 p.p.
1991 17,89
1987 19,21 −1,31 p.p.
1986 20,52 −11,56 p.p.
1985 32,08 +1,89 p.p.
1984 30,19 +0,29 p.p.
1983 29,9 +0,86 p.p.
1982 29,04 −4,21 p.p.
1981 33,25 −4,58 p.p.
1980 37,83 +5,82 p.p.
1979 32,01 +7,86 p.p.
1978 24,16 −4,91 p.p.
1977 29,07 +6,32 p.p.
1976 22,75 +3,56 p.p.
1975 19,18 −1,71 p.p.
1974 20,89 +9,98 p.p.
1973 10,91 +1,88 p.p.
1972 9,04
1963 9,02 −0,23 p.p.
1962 9,25

Sobre o indicador

Participação dos combustíveis nas importações de mercadorias — o outro lado da dependência de combustíveis. O indicador mede a vulnerabilidade à alta dos preços da energia: um país que gasta um quarto de suas importações com combustível perde receita, quando os preços dobram, do mesmo modo que um exportador perde quando eles caem. A série reage de forma visível aos choques do petróleo, e por ela se vê que nos anos 1970 a participação dos combustíveis nas importações dos países desenvolvidos cresceu várias vezes.

Importante: Participação no valor, e não no volume, por isso ela sobe quando o combustível encarece, mesmo sem mudança nas quantidades físicas. O agregado é ponderado pelas importações de mercadorias — o denominador do indicador.

Fonte: UNCTADstat (UNCTAD), licença CC BY 3.0 IGO.