Participação dos alimentos nas importações — todos os países

Participação dos alimentos nas importações — Brasil

Participação dos alimentos nas importações no Brasil em 2025 — 5,53%. Posição 24 no mundo, de um total de 24. Desde 1962, o indicador caiu 10,33 p.p..

2025 5,53% −0,19 p.p. vs 2024
Posição no mundo 24de 24
Máximo do período 24,11%1964
Mínimo do período 4,36%2005

Evolução ao longo do tempo

1962–2025 · % das importações de mercadorias

Participação dos alimentos nas importações — Brasil, 1962–2025010203019621969197619831990199720042011201820251962: 15,86%1964: 24,11%1966: 18,82%1968: 16,39%1970: 10,91%1972: 7,65%1974: 7,59%1976: 7,86%1978: 10,12%1980: 9,6%1982: 8,46%1984: 9,31%1986: 15,25%1989: 9,88%1991: 11,23%1993: 9,73%1995: 10,71%1997: 9,08%1999: 7,89%2001: 5,7%2003: 7,01%2005: 4,36%2007: 4,68%2009: 5,31%2011: 4,6%2013: 4,98%2015: 5,21%2017: 6,32%2019: 5,39%2021: 5,43%2023: 5,36%2025: 5,53%
Variação no período: −10,33 p.p. Média anual: -0,16 p.p.
Participação dos alimentos nas importações — Brasil, por ano Brasil Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 5,53 −0,19 p.p.
2024 5,71 +0,35 p.p.
2023 5,36 +0,46 p.p.
2022 4,91 −0,53 p.p.
2021 5,43 −0,87 p.p.
2020 6,3 +0,91 p.p.
2019 5,39 +0,01 p.p.
2018 5,38 −0,94 p.p.
2017 6,32 −1,1 p.p.
2016 7,43 +2,21 p.p.
2015 5,21 +0,23 p.p.
2014 4,98 −0 p.p.
2013 4,98 +0,14 p.p.
2012 4,84 +0,25 p.p.
2011 4,6 −0,09 p.p.
2010 4,68 −0,63 p.p.
2009 5,31 +0,83 p.p.
2008 4,48 −0,2 p.p.
2007 4,68 +0,2 p.p.
2006 4,48 +0,12 p.p.
2005 4,36 −0,46 p.p.
2004 4,82 −2,19 p.p.
2003 7,01 +0,31 p.p.
2002 6,71 +1,01 p.p.
2001 5,7 −0,88 p.p.
2000 6,57 −1,32 p.p.
1999 7,89 −1,77 p.p.
1998 9,66 +0,58 p.p.
1997 9,08 −1,68 p.p.
1996 10,76 +0,05 p.p.
1995 10,71 −0,22 p.p.
1994 10,93 +1,2 p.p.
1993 9,73 +0,17 p.p.
1992 9,56 −1,67 p.p.
1991 11,23 +1,82 p.p.
1990 9,41 −0,47 p.p.
1989 9,88
1987 8,11 −7,14 p.p.
1986 15,25 +6,28 p.p.
1985 8,97 −0,34 p.p.
1984 9,31 +1,05 p.p.
1983 8,26 −0,2 p.p.
1982 8,46 −0,32 p.p.
1981 8,78 −0,82 p.p.
1980 9,6 −2,25 p.p.
1979 11,86 +1,74 p.p.
1978 10,12 +3,36 p.p.
1977 6,76 −1,1 p.p.
1976 7,86 +1,7 p.p.
1975 6,16 −1,43 p.p.
1974 7,59 −3,33 p.p.
1973 10,92 +3,27 p.p.
1972 7,65 −1,25 p.p.
1971 8,9 −2,02 p.p.
1970 10,91 −3 p.p.
1969 13,92 −2,47 p.p.
1968 16,39 −3,61 p.p.
1967 20 +1,19 p.p.
1966 18,82 −1 p.p.
1965 19,82 −4,29 p.p.
1964 24,11 +7,04 p.p.
1963 17,06 +1,2 p.p.
1962 15,86

América do Sul, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Participação dos alimentos nas importações de mercadorias. O indicador é lido como medida da dependência alimentar, mas com uma ressalva: uma participação alta aparece tanto em países ricos de agricultura pequena, onde a comida é apenas uma rubrica grande de consumo, quanto nos mais pobres, onde ela significa vulnerabilidade aos preços mundiais dos grãos. Para distinguir os dois casos ajuda a comparação com a insegurança alimentar e com a participação da agricultura na economia.

Importante: Um valor alto não é, por si só, sinal de problema: em Singapura e no Japão a participação é alta com plena segurança alimentar. Vale olhar junto com a insegurança alimentar.

Fonte: UNCTADstat (UNCTAD), licença CC BY 3.0 IGO.