Insegurança alimentar — todos os países

Insegurança alimentar — Brasil

Insegurança alimentar no Brasil em 2023 — 13,5%. Posição 50 no mundo, de um total de 134. Desde 2015, o indicador aumentou 0,2 p.p..

2023 13,5% −4,9 p.p. vs 2022
Posição no mundo 50de 134
Máximo do período 22,1%2021
Mínimo do período 13,3%2015

Evolução ao longo do tempo

2015–2023 · % da população

Insegurança alimentar — Brasil, 2015–202312,51517,52022,52015201620172018201920202021202220232015: 13,3%2016: 15,6%2017: 15,5%2018: 14,2%2019: 15,8%2020: 19,4%2021: 22,1%2022: 18,4%2023: 13,5%
Variação no período: +0,2 p.p. Média anual: 0,02 p.p.

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Brasil

Brasil 13,5%
Mundo 28,4%
Insegurança alimentar — Brasil, por ano Brasil Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2023 13,5 −4,9 p.p.
2022 18,4 −3,7 p.p.
2021 22,1 +2,7 p.p.
2020 19,4 +3,6 p.p.
2019 15,8 +1,6 p.p.
2018 14,2 −1,3 p.p.
2017 15,5 −0,1 p.p.
2016 15,6 +2,3 p.p.
2015 13,3

América do Sul, 2023

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Proporção da população que passou por insegurança alimentar moderada ou grave, segundo a escala FIES da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. O indicador não se baseia em calorias, e sim em um inquérito com as pessoas: pergunta-se às pessoas se no último ano elas tiveram de comer menos, pular refeições ou passar um dia inteiro sem comer por falta de dinheiro. Por isso ele capta o que a subalimentação por calorias deixa passar — a falta episódica em países onde a dieta média é suficiente.

Importante: As formas moderada e grave estão somadas, por isso os valores são bem mais altos que os do indicador de subalimentação. Baseia-se em um inquérito com as pessoas, e não no balanço alimentar — é uma medição independente, e não um refinamento.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.