Trabalho por conta própria — todos os países

Trabalho por conta própria — Camboja

Trabalho por conta própria no Camboja em 2025 — 55,5%. Posição 50 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 10,1 p.p..

2025 55,5% −0,3 p.p. vs 2024
Posição no mundo 50de 182
Máximo do período 65,7%1996
Mínimo do período 55,5%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Trabalho por conta própria — Camboja, 1991–20255560657019911995199920032007201120152019202320251991: 65,6%1992: 65,6%1993: 65,5%1994: 65,6%1995: 65,7%1996: 65,7%1997: 65,5%1998: 65,3%1999: 65,1%2000: 64,8%2001: 63,2%2002: 62,9%2003: 62,5%2004: 62,1%2005: 61,7%2006: 61,3%2007: 61%2008: 60,6%2009: 60,2%2010: 59,9%2011: 59,5%2012: 59,1%2013: 58,8%2014: 58,5%2015: 58,1%2016: 57,8%2017: 57,4%2018: 57,1%2019: 56,7%2020: 56,9%2021: 56,6%2022: 56,3%2023: 56,1%2024: 55,8%2025: 55,5%
Variação no período: −10,1 p.p. Média anual: -0,3 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Camboja

Camboja 55,5%
Mundo 46,4%
Sudeste Asiático calculado 49,7%
Trabalho por conta própria — Camboja, por ano Camboja Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 55,5 −0,3 p.p.
2024 55,8 −0,3 p.p.
2023 56,1 −0,2 p.p.
2022 56,3 −0,3 p.p.
2021 56,6 −0,4 p.p.
2020 56,9 +0,2 p.p.
2019 56,7 −0,4 p.p.
2018 57,1 −0,3 p.p.
2017 57,4 −0,3 p.p.
2016 57,8 −0,3 p.p.
2015 58,1 −0,3 p.p.
2014 58,5 −0,3 p.p.
2013 58,8 −0,4 p.p.
2012 59,1 −0,4 p.p.
2011 59,5 −0,4 p.p.
2010 59,9 −0,4 p.p.
2009 60,2 −0,4 p.p.
2008 60,6 −0,4 p.p.
2007 61 −0,4 p.p.
2006 61,3 −0,4 p.p.
2005 61,7 −0,4 p.p.
2004 62,1 −0,4 p.p.
2003 62,5 −0,4 p.p.
2002 62,9 −0,3 p.p.
2001 63,2 −1,6 p.p.
2000 64,8 −0,3 p.p.
1999 65,1 −0,2 p.p.
1998 65,3 −0,2 p.p.
1997 65,5 −0,2 p.p.
1996 65,7 +0 p.p.
1995 65,7 +0,1 p.p.
1994 65,6 +0,1 p.p.
1993 65,5 −0 p.p.
1992 65,6 −0 p.p.
1991 65,6

Sobre o indicador

Parcela do trabalho por conta própria no emprego total: empregadores, quem trabalha por conta própria, membros de cooperativas de produção e trabalhadores familiares auxiliares. Valores altos nos países de renda baixa não refletem um empreendedorismo desenvolvido, mas a falta de postos de trabalho assalariado e o emprego informal na agricultura e no pequeno comércio.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.