Emprego na agricultura — todos os países

Emprego na agricultura — Camboja

Emprego na agricultura no Camboja em 2025 — 33,4%. Posição 51 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 41,9 p.p..

2025 33,4% −0,8 p.p. vs 2024
Posição no mundo 51de 182
Máximo do período 77,7%1994
Mínimo do período 33,4%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Emprego na agricultura — Camboja, 1991–20252040608019911995199920032007201120152019202320251991: 75,3%1992: 75,1%1993: 75,3%1994: 77,7%1995: 77,5%1996: 77,3%1997: 71,8%1998: 77,5%1999: 75,5%2000: 73,5%2001: 68,9%2002: 67,8%2003: 66,1%2004: 64,3%2005: 62,1%2006: 60,1%2007: 58,1%2008: 55,9%2009: 58%2010: 54,8%2011: 56,5%2012: 53,2%2013: 49,5%2014: 46%2015: 42,5%2016: 37,5%2017: 38,2%2018: 39%2019: 39,9%2020: 36,9%2021: 37,1%2022: 36,2%2023: 35,3%2024: 34,2%2025: 33,4%
Variação no período: −41,9 p.p. Média anual: -1,23 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Camboja

Camboja 33,4%
Mundo 25,8%
Sudeste Asiático calculado 26,6%
Emprego na agricultura — Camboja, por ano Camboja Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 33,4 −0,8 p.p.
2024 34,2 −1,1 p.p.
2023 35,3 −0,9 p.p.
2022 36,2 −0,9 p.p.
2021 37,1 +0,2 p.p.
2020 36,9 −3 p.p.
2019 39,9 +0,9 p.p.
2018 39 +0,8 p.p.
2017 38,2 +0,7 p.p.
2016 37,5 −4,9 p.p.
2015 42,5 −3,5 p.p.
2014 46 −3,5 p.p.
2013 49,5 −3,7 p.p.
2012 53,2 −3,3 p.p.
2011 56,5 +1,8 p.p.
2010 54,8 −3,3 p.p.
2009 58 +2,1 p.p.
2008 55,9 −2,2 p.p.
2007 58,1 −2 p.p.
2006 60,1 −2 p.p.
2005 62,1 −2,2 p.p.
2004 64,3 −1,8 p.p.
2003 66,1 −1,6 p.p.
2002 67,8 −1,2 p.p.
2001 68,9 −4,5 p.p.
2000 73,5 −2 p.p.
1999 75,5 −2 p.p.
1998 77,5 +5,7 p.p.
1997 71,8 −5,5 p.p.
1996 77,3 −0,2 p.p.
1995 77,5 −0,2 p.p.
1994 77,7 +2,5 p.p.
1993 75,3 +0,2 p.p.
1992 75,1 −0,3 p.p.
1991 75,3

Sobre o indicador

Parcela do emprego total na agricultura, na silvicultura, na caça e na pesca. Comparada com a participação da agricultura no PIB, mostra a produtividade do setor: se o campo emprega 50% dos ocupados e gera 20% do PIB, a produtividade do trabalho ali é três vezes menor que a média da economia.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.