Emprego na agricultura — todos os países

Emprego na agricultura — Indonésia

Emprego na agricultura na Indonésia em 2025 — 27,3%. Posição 65 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 20,4 p.p..

2025 27,3% −0,7 p.p. vs 2024
Posição no mundo 65de 182
Máximo do período 47,7%1991
Mínimo do período 27,3%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Emprego na agricultura — Indonésia, 1991–20252030405019911995199920032007201120152019202320251991: 47,7%1992: 46,9%1993: 46,1%1994: 45,1%1995: 44%1996: 43,1%1997: 42,6%1998: 45,1%1999: 45,3%2000: 45,3%2001: 43,8%2002: 44,5%2003: 46,5%2004: 43,4%2005: 44,1%2006: 42,2%2007: 41,4%2008: 40,7%2009: 40,1%2010: 38,7%2011: 36,8%2012: 35,6%2013: 34,7%2014: 34%2015: 32,8%2016: 31,6%2017: 30,5%2018: 29,4%2019: 28,5%2020: 29,3%2021: 29%2022: 29,3%2023: 28,8%2024: 28%2025: 27,3%
Variação no período: −20,4 p.p. Média anual: -0,6 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Indonésia

Indonésia 27,3%
Mundo 25,8%
Sudeste Asiático calculado 26,6%
Emprego na agricultura — Indonésia, por ano Indonésia Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 27,3 −0,7 p.p.
2024 28 −0,8 p.p.
2023 28,8 −0,5 p.p.
2022 29,3 +0,3 p.p.
2021 29 −0,3 p.p.
2020 29,3 +0,8 p.p.
2019 28,5 −1 p.p.
2018 29,4 −1,1 p.p.
2017 30,5 −1 p.p.
2016 31,6 −1,2 p.p.
2015 32,8 −1,2 p.p.
2014 34 −0,7 p.p.
2013 34,7 −0,9 p.p.
2012 35,6 −1,3 p.p.
2011 36,8 −1,9 p.p.
2010 38,7 −1,3 p.p.
2009 40,1 −0,6 p.p.
2008 40,7 −0,7 p.p.
2007 41,4 −0,8 p.p.
2006 42,2 −2 p.p.
2005 44,1 +0,7 p.p.
2004 43,4 −3,1 p.p.
2003 46,5 +2 p.p.
2002 44,5 +0,6 p.p.
2001 43,8 −1,5 p.p.
2000 45,3 +0,1 p.p.
1999 45,3 +0,2 p.p.
1998 45,1 +2,5 p.p.
1997 42,6 −0,5 p.p.
1996 43,1 −0,9 p.p.
1995 44 −1,1 p.p.
1994 45,1 −1 p.p.
1993 46,1 −0,9 p.p.
1992 46,9 −0,7 p.p.
1991 47,7

Sobre o indicador

Parcela do emprego total na agricultura, na silvicultura, na caça e na pesca. Comparada com a participação da agricultura no PIB, mostra a produtividade do setor: se o campo emprega 50% dos ocupados e gera 20% do PIB, a produtividade do trabalho ali é três vezes menor que a média da economia.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.