Taxa de desemprego — todos os países

Taxa de desemprego — Uruguai

Taxa de desemprego no Uruguai em 2025 — 7,52%. Posição 129 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 1,43 p.p..

2025 7,52% −0,69 p.p. vs 2024
Posição no mundo 129de 182
Máximo do período 16,66%2003
Mínimo do período 6,31%2011

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % da força de trabalho

Taxa de desemprego — Uruguai, 1991–2025510152019911995199920032007201120152019202320251991: 8,95%1992: 8,96%1993: 8,35%1994: 9,04%1995: 10,02%1996: 11,93%1997: 11,44%1998: 9,36%1999: 10,47%2000: 12,63%2001: 15,05%2002: 16,65%2003: 16,66%2004: 12,98%2005: 12,01%2006: 10,84%2007: 9,4%2008: 8,03%2009: 7,74%2010: 7,16%2011: 6,31%2012: 6,45%2013: 6,44%2014: 6,55%2015: 7,49%2016: 7,84%2017: 7,89%2018: 8,34%2019: 8,84%2020: 10,41%2021: 9,33%2022: 7,88%2023: 8,36%2024: 8,21%2025: 7,52%
Variação no período: −1,43 p.p. Média anual: -0,04 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Uruguai

Uruguai 7,52%
Mundo 4,79%
América do Sul calculado 6,21%
Países de renda alta calculado 4,42%
Taxa de desemprego — Uruguai, por ano Uruguai Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 7,52 −0,69 p.p.
2024 8,21 −0,15 p.p.
2023 8,36 +0,48 p.p.
2022 7,88 −1,45 p.p.
2021 9,33 −1,09 p.p.
2020 10,41 +1,58 p.p.
2019 8,84 +0,5 p.p.
2018 8,34 +0,45 p.p.
2017 7,89 +0,05 p.p.
2016 7,84 +0,35 p.p.
2015 7,49 +0,94 p.p.
2014 6,55 +0,1 p.p.
2013 6,44 −0,01 p.p.
2012 6,45 +0,14 p.p.
2011 6,31 −0,85 p.p.
2010 7,16 −0,58 p.p.
2009 7,74 −0,29 p.p.
2008 8,03 −1,38 p.p.
2007 9,4 −1,44 p.p.
2006 10,84 −1,17 p.p.
2005 12,01 −0,97 p.p.
2004 12,98 −3,68 p.p.
2003 16,66 +0,01 p.p.
2002 16,65 +1,6 p.p.
2001 15,05 +2,43 p.p.
2000 12,63 +2,16 p.p.
1999 10,47 +1,1 p.p.
1998 9,36 −2,08 p.p.
1997 11,44 −0,49 p.p.
1996 11,93 +1,91 p.p.
1995 10,02 +0,98 p.p.
1994 9,04 +0,69 p.p.
1993 8,35 −0,61 p.p.
1992 8,96 +0,01 p.p.
1991 8,95

Sobre o indicador

Parcela de desempregados na força de trabalho pela definição da OIT: é considerado desempregado quem não tinha trabalho no período de referência, procurou trabalho ativamente e estava disponível para começar. Quem não procura trabalho não integra a força de trabalho, por isso, em países com “saída” massiva da força de trabalho, um desemprego baixo não significa ocupação alta — compare com a taxa de ocupação e a taxa de participação.

Importante: Os dados são estimativas modeladas da OIT, harmonizadas para uma definição comum; podem divergir dos números nacionais dos serviços de emprego.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.