Taxa de desemprego — todos os países

Taxa de desemprego — Brasil

Taxa de desemprego no Brasil em 2025 — 5,97%. Posição 109 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 0,92 p.p..

2025 5,97% −0,83 p.p. vs 2024
Posição no mundo 109de 182
Máximo do período 13,7%2020
Mínimo do período 5,97%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % da força de trabalho

Taxa de desemprego — Brasil, 1991–202546810121419911995199920032007201120152019202320251991: 6,89%1992: 7,09%1993: 6,03%1994: 6,58%1995: 7,09%1996: 8,04%1997: 9%1998: 10,15%1999: 11,13%2000: 10,89%2001: 10,65%2002: 10,64%2003: 11,17%2004: 10,07%2005: 10,55%2006: 9,69%2007: 9,28%2008: 8,27%2009: 9,42%2010: 8,42%2011: 7,58%2012: 7,25%2013: 7,07%2014: 6,76%2015: 8,54%2016: 11,58%2017: 12,79%2018: 12,33%2019: 11,94%2020: 13,7%2021: 13,16%2022: 9,23%2023: 7,95%2024: 6,8%2025: 5,97%
Variação no período: −0,92 p.p. Média anual: -0,03 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Brasil

Brasil 5,97%
Mundo 4,79%
América do Sul calculado 6,21%
Taxa de desemprego — Brasil, por ano Brasil Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 5,97 −0,83 p.p.
2024 6,8 −1,15 p.p.
2023 7,95 −1,28 p.p.
2022 9,23 −3,93 p.p.
2021 13,16 −0,54 p.p.
2020 13,7 +1,76 p.p.
2019 11,94 −0,39 p.p.
2018 12,33 −0,46 p.p.
2017 12,79 +1,21 p.p.
2016 11,58 +3,04 p.p.
2015 8,54 +1,78 p.p.
2014 6,76 −0,32 p.p.
2013 7,07 −0,18 p.p.
2012 7,25 −0,33 p.p.
2011 7,58 −0,84 p.p.
2010 8,42 −1 p.p.
2009 9,42 +1,15 p.p.
2008 8,27 −1,01 p.p.
2007 9,28 −0,41 p.p.
2006 9,69 −0,86 p.p.
2005 10,55 +0,48 p.p.
2004 10,07 −1,1 p.p.
2003 11,17 +0,53 p.p.
2002 10,64 −0,01 p.p.
2001 10,65 −0,24 p.p.
2000 10,89 −0,24 p.p.
1999 11,13 +0,98 p.p.
1998 10,15 +1,15 p.p.
1997 9 +0,97 p.p.
1996 8,04 +0,94 p.p.
1995 7,09 +0,51 p.p.
1994 6,58 +0,55 p.p.
1993 6,03 −1,06 p.p.
1992 7,09 +0,2 p.p.
1991 6,89

Sobre o indicador

Parcela de desempregados na força de trabalho pela definição da OIT: é considerado desempregado quem não tinha trabalho no período de referência, procurou trabalho ativamente e estava disponível para começar. Quem não procura trabalho não integra a força de trabalho, por isso, em países com “saída” massiva da força de trabalho, um desemprego baixo não significa ocupação alta — compare com a taxa de ocupação e a taxa de participação.

Importante: Os dados são estimativas modeladas da OIT, harmonizadas para uma definição comum; podem divergir dos números nacionais dos serviços de emprego.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.