Taxa de desemprego — todos os países

Taxa de desemprego — Guiné

Taxa de desemprego na Guiné em 2025 — 5,16%. Posição 94 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador aumentou 0,6 p.p..

2025 5,16% +0,03 p.p. vs 2024
Posição no mundo 94de 182
Máximo do período 6,01%2020
Mínimo do período 4,48%1997

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % da força de trabalho

Taxa de desemprego — Guiné, 1991–202544,555,566,519911995199920032007201120152019202320251991: 4,56%1992: 4,58%1993: 4,56%1994: 4,53%1995: 4,49%1996: 4,51%1997: 4,48%1998: 4,5%1999: 4,52%2000: 4,59%2001: 4,58%2002: 4,55%2003: 4,63%2004: 4,71%2005: 4,81%2006: 4,86%2007: 4,79%2008: 4,8%2009: 4,91%2010: 5,02%2011: 5,02%2012: 4,87%2013: 4,94%2014: 5,04%2015: 5,15%2016: 5%2017: 4,86%2018: 4,84%2019: 5,02%2020: 6,01%2021: 5,82%2022: 5,17%2023: 5,14%2024: 5,13%2025: 5,16%
Variação no período: +0,6 p.p. Média anual: 0,02 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Guiné

Guiné 5,16%
Mundo 4,79%
África Ocidental calculado 2,9%
Taxa de desemprego — Guiné, por ano Guiné Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 5,16 +0,03 p.p.
2024 5,13 −0,01 p.p.
2023 5,14 −0,03 p.p.
2022 5,17 −0,64 p.p.
2021 5,82 −0,19 p.p.
2020 6,01 +0,99 p.p.
2019 5,02 +0,18 p.p.
2018 4,84 −0,03 p.p.
2017 4,86 −0,14 p.p.
2016 5 −0,15 p.p.
2015 5,15 +0,11 p.p.
2014 5,04 +0,1 p.p.
2013 4,94 +0,07 p.p.
2012 4,87 −0,15 p.p.
2011 5,02 +0,01 p.p.
2010 5,02 +0,1 p.p.
2009 4,91 +0,11 p.p.
2008 4,8 +0,02 p.p.
2007 4,79 −0,08 p.p.
2006 4,86 +0,05 p.p.
2005 4,81 +0,11 p.p.
2004 4,71 +0,08 p.p.
2003 4,63 +0,08 p.p.
2002 4,55 −0,03 p.p.
2001 4,58 −0 p.p.
2000 4,59 +0,07 p.p.
1999 4,52 +0,02 p.p.
1998 4,5 +0,02 p.p.
1997 4,48 −0,03 p.p.
1996 4,51 +0,02 p.p.
1995 4,49 −0,03 p.p.
1994 4,53 −0,03 p.p.
1993 4,56 −0,02 p.p.
1992 4,58 +0,02 p.p.
1991 4,56

Sobre o indicador

Parcela de desempregados na força de trabalho pela definição da OIT: é considerado desempregado quem não tinha trabalho no período de referência, procurou trabalho ativamente e estava disponível para começar. Quem não procura trabalho não integra a força de trabalho, por isso, em países com “saída” massiva da força de trabalho, um desemprego baixo não significa ocupação alta — compare com a taxa de ocupação e a taxa de participação.

Importante: Os dados são estimativas modeladas da OIT, harmonizadas para uma definição comum; podem divergir dos números nacionais dos serviços de emprego.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.