Taxa de desemprego — todos os países

Taxa de desemprego — Gâmbia

Taxa de desemprego na Gâmbia em 2025 — 6,52%. Posição 118 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 3,26 p.p..

2025 6,52% +0,04 p.p. vs 2024
Posição no mundo 118de 182
Máximo do período 10,43%2007
Mínimo do período 4,06%2018

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % da força de trabalho

Taxa de desemprego — Gâmbia, 1991–2025468101219911995199920032007201120152019202320251991: 9,78%1992: 9,89%1993: 9,92%1994: 10,04%1995: 10,15%1996: 10,19%1997: 10%1998: 9,9%1999: 9,74%2000: 9,72%2001: 9,64%2002: 10,04%2003: 9,99%2004: 9,95%2005: 9,92%2006: 10,24%2007: 10,43%2008: 10,07%2009: 9,78%2010: 9,67%2011: 10,28%2012: 10,35%2013: 9,45%2014: 8,19%2015: 7,23%2016: 6,24%2017: 5,1%2018: 4,06%2019: 4,48%2020: 5,84%2021: 6,21%2022: 6,07%2023: 6,48%2024: 6,48%2025: 6,52%
Variação no período: −3,26 p.p. Média anual: -0,1 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Gâmbia

Gâmbia 6,52%
Mundo 4,79%
África Ocidental calculado 2,9%
Países de renda baixa calculado 5,05%
Taxa de desemprego — Gâmbia, por ano Gâmbia Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 6,52 +0,04 p.p.
2024 6,48 +0 p.p.
2023 6,48 +0,41 p.p.
2022 6,07 −0,15 p.p.
2021 6,21 +0,37 p.p.
2020 5,84 +1,36 p.p.
2019 4,48 +0,43 p.p.
2018 4,06 −1,04 p.p.
2017 5,1 −1,15 p.p.
2016 6,24 −0,98 p.p.
2015 7,23 −0,97 p.p.
2014 8,19 −1,26 p.p.
2013 9,45 −0,89 p.p.
2012 10,35 +0,07 p.p.
2011 10,28 +0,6 p.p.
2010 9,67 −0,11 p.p.
2009 9,78 −0,29 p.p.
2008 10,07 −0,36 p.p.
2007 10,43 +0,18 p.p.
2006 10,24 +0,32 p.p.
2005 9,92 −0,03 p.p.
2004 9,95 −0,04 p.p.
2003 9,99 −0,05 p.p.
2002 10,04 +0,4 p.p.
2001 9,64 −0,08 p.p.
2000 9,72 −0,02 p.p.
1999 9,74 −0,16 p.p.
1998 9,9 −0,1 p.p.
1997 10 −0,19 p.p.
1996 10,19 +0,04 p.p.
1995 10,15 +0,11 p.p.
1994 10,04 +0,13 p.p.
1993 9,92 +0,03 p.p.
1992 9,89 +0,11 p.p.
1991 9,78

Sobre o indicador

Parcela de desempregados na força de trabalho pela definição da OIT: é considerado desempregado quem não tinha trabalho no período de referência, procurou trabalho ativamente e estava disponível para começar. Quem não procura trabalho não integra a força de trabalho, por isso, em países com “saída” massiva da força de trabalho, um desemprego baixo não significa ocupação alta — compare com a taxa de ocupação e a taxa de participação.

Importante: Os dados são estimativas modeladas da OIT, harmonizadas para uma definição comum; podem divergir dos números nacionais dos serviços de emprego.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.