Emprego na agricultura — todos os países

Emprego na agricultura — Sudão do Sul

Emprego na agricultura no Sudão do Sul em 2023 — 63,8%. Posição 12 no mundo, de um total de 184. Desde 1991, o indicador caiu 2,9 p.p..

2023 63,8% −0,3 p.p. vs 2022
Posição no mundo 12de 184
Máximo do período 66,7%1991
Mínimo do período 62,1%2018

Evolução ao longo do tempo

1991–2023 · % do emprego

Emprego na agricultura — Sudão do Sul, 1991–2023626466681991199519992003200720112015201920231991: 66,7%1992: 66,4%1993: 66,2%1994: 66,1%1995: 65,9%1996: 65,7%1997: 65,3%1998: 65%1999: 64,9%2000: 64,7%2001: 64,5%2002: 64,4%2003: 64,2%2004: 64,1%2005: 64%2006: 63,8%2007: 63,7%2008: 63,6%2009: 63,6%2010: 63,6%2011: 63,8%2012: 63,8%2013: 63,4%2014: 62,9%2015: 62,4%2016: 62,5%2017: 62,1%2018: 62,1%2019: 62,2%2020: 63,3%2021: 64,1%2022: 64,1%2023: 63,8%
Variação no período: −2,9 p.p. Média anual: -0,09 p.p.

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Sudão do Sul

Sudão do Sul 63,8%
Mundo 26,6%
África Oriental calculado 62%
Países de renda baixa calculado 59,8%
Emprego na agricultura — Sudão do Sul, por ano Sudão do Sul Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2023 63,8 −0,3 p.p.
2022 64,1 −0 p.p.
2021 64,1 +0,7 p.p.
2020 63,3 +1,1 p.p.
2019 62,2 +0,2 p.p.
2018 62,1 −0,1 p.p.
2017 62,1 −0,4 p.p.
2016 62,5 +0 p.p.
2015 62,4 −0,5 p.p.
2014 62,9 −0,5 p.p.
2013 63,4 −0,4 p.p.
2012 63,8 +0 p.p.
2011 63,8 +0,2 p.p.
2010 63,6 +0 p.p.
2009 63,6 −0 p.p.
2008 63,6 −0,1 p.p.
2007 63,7 −0,1 p.p.
2006 63,8 −0,1 p.p.
2005 64 −0,1 p.p.
2004 64,1 −0,1 p.p.
2003 64,2 −0,1 p.p.
2002 64,4 −0,2 p.p.
2001 64,5 −0,2 p.p.
2000 64,7 −0,2 p.p.
1999 64,9 −0,2 p.p.
1998 65 −0,2 p.p.
1997 65,3 −0,4 p.p.
1996 65,7 −0,2 p.p.
1995 65,9 −0,2 p.p.
1994 66,1 −0,1 p.p.
1993 66,2 −0,3 p.p.
1992 66,4 −0,3 p.p.
1991 66,7

Sobre o indicador

Parcela do emprego total na agricultura, na silvicultura, na caça e na pesca. Comparada com a participação da agricultura no PIB, mostra a produtividade do setor: se o campo emprega 50% dos ocupados e gera 20% do PIB, a produtividade do trabalho ali é três vezes menor que a média da economia.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.