Emprego na agricultura — todos os países

Emprego na agricultura — África Oriental

Emprego na agricultura na África Oriental em 2025 — 60,4%. Desde 1991, o indicador caiu 11,4 p.p..

2025 60,4% −0,6 p.p. vs 2024
Posição no mundo
Máximo do período 72,3%1992
Mínimo do período 60,4%2025

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Emprego na agricultura — África Oriental, 1991–20256065707519911995199920032007201120152019202320251991: 71,8%1992: 72,3%1993: 72%1994: 71,9%1995: 71,8%1996: 71,4%1997: 71,3%1998: 71,3%1999: 71,1%2000: 71,2%2001: 71,1%2002: 71,4%2003: 71,6%2004: 71,5%2005: 71,3%2006: 70,8%2007: 70,2%2008: 69,7%2009: 69,2%2010: 68%2011: 67,4%2012: 66,6%2013: 66,7%2014: 66,2%2015: 65,5%2016: 64,8%2017: 64%2018: 62,9%2019: 61,6%2020: 63%2021: 63,3%2022: 62,5%2023: 62%2024: 61%2025: 60,4%
Variação no período: −11,4 p.p. Média anual: -0,34 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: África Oriental

África Oriental 60,4%
Mundo 25,8%
Emprego na agricultura — África Oriental, por ano África Oriental Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 60,4 −0,6 p.p.
2024 61 −1 p.p.
2023 62 −0,5 p.p.
2022 62,5 −0,8 p.p.
2021 63,3 +0,2 p.p.
2020 63 +1,5 p.p.
2019 61,6 −1,3 p.p.
2018 62,9 −1,2 p.p.
2017 64 −0,7 p.p.
2016 64,8 −0,7 p.p.
2015 65,5 −0,7 p.p.
2014 66,2 −0,6 p.p.
2013 66,7 +0,1 p.p.
2012 66,6 −0,8 p.p.
2011 67,4 −0,6 p.p.
2010 68 −1,2 p.p.
2009 69,2 −0,5 p.p.
2008 69,7 −0,4 p.p.
2007 70,2 −0,6 p.p.
2006 70,8 −0,5 p.p.
2005 71,3 −0,1 p.p.
2004 71,5 −0,2 p.p.
2003 71,6 +0,3 p.p.
2002 71,4 +0,3 p.p.
2001 71,1 −0,1 p.p.
2000 71,2 +0,1 p.p.
1999 71,1 −0,2 p.p.
1998 71,3 −0 p.p.
1997 71,3 −0,1 p.p.
1996 71,4 −0,4 p.p.
1995 71,8 −0,1 p.p.
1994 71,9 −0,1 p.p.
1993 72 −0,3 p.p.
1992 72,3 +0,4 p.p.
1991 71,8

Sobre o indicador

Parcela do emprego total na agricultura, na silvicultura, na caça e na pesca. Comparada com a participação da agricultura no PIB, mostra a produtividade do setor: se o campo emprega 50% dos ocupados e gera 20% do PIB, a produtividade do trabalho ali é três vezes menor que a média da economia.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.