Retirada de água doce em percentual dos recursos — todos os países

Retirada de água doce em percentual dos recursos — São Vicente e Granadinas

Retirada de água doce em percentual dos recursos em São Vicente e Granadinas em 2022 — 7,9%. Posição 83 no mundo, de um total de 175. Desde 1995, o indicador caiu 2,1 p.p..

2022 7,9% +0 p.p. vs 2021
Posição no mundo 83de 175
Máximo do período 10%1995
Mínimo do período 7,9%2013

Evolução ao longo do tempo

1995–2022 · % dos recursos internos

Retirada de água doce em percentual dos recursos — São Vicente e Granadinas, 1995–20227891019951998200120042007201020132016201920221995: 10%1996: 9,95%1997: 9,9%1998: 9,85%1999: 9,8%2000: 9,75%2001: 9,7%2002: 9,42%2003: 9,33%2004: 9,25%2005: 9,5%2006: 9,3%2007: 9,1%2008: 8,9%2009: 8,7%2010: 8,5%2011: 8,3%2012: 8,1%2013: 7,9%2014: 7,9%2015: 7,9%2016: 7,9%2017: 7,9%2018: 7,9%2019: 7,9%2020: 7,9%2021: 7,9%2022: 7,9%
Variação no período: −2,1 p.p. Média anual: -0,08 p.p.

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: São Vicente e Granadinas

São Vicente e Granadinas 7,9%
Mundo 9,01%
Retirada de água doce em percentual dos recursos — São Vicente e Granadinas, por ano São Vicente e Granadinas Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2022 7,9 +0 p.p.
2021 7,9 +0 p.p.
2020 7,9 +0 p.p.
2019 7,9 +0 p.p.
2018 7,9 +0 p.p.
2017 7,9 +0 p.p.
2016 7,9 +0 p.p.
2015 7,9 +0 p.p.
2014 7,9 +0 p.p.
2013 7,9 −0,2 p.p.
2012 8,1 −0,2 p.p.
2011 8,3 −0,2 p.p.
2010 8,5 −0,2 p.p.
2009 8,7 −0,2 p.p.
2008 8,9 −0,2 p.p.
2007 9,1 −0,2 p.p.
2006 9,3 −0,2 p.p.
2005 9,5 +0,25 p.p.
2004 9,25 −0,08 p.p.
2003 9,33 −0,08 p.p.
2002 9,42 −0,28 p.p.
2001 9,7 −0,05 p.p.
2000 9,75 −0,05 p.p.
1999 9,8 −0,05 p.p.
1998 9,85 −0,05 p.p.
1997 9,9 −0,05 p.p.
1996 9,95 −0,05 p.p.
1995 10

Sobre o indicador

Retirada anual de água doce para todos os usos (agricultura, indústria, abastecimento urbano) em percentual dos recursos internos renováveis de água doce. Valores acima de 25% são considerados sinal de estresse hídrico, e acima de 70%, de escassez crítica. O indicador pode superar 100% se o país usa vazões transfronteiriças ou águas subterrâneas não renováveis.

Importante: O agregado é ponderado pelo volume dos recursos hídricos: é toda a retirada de água do grupo dividida por todos os seus recursos. Valores acima de cem por cento não são erro — significam retirada de reservas não renováveis ou dessalinização.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.