Retirada anual de água doce — todos os países

Retirada anual de água doce — São Vicente e Granadinas

Retirada anual de água doce em São Vicente e Granadinas em 2022 — 0,01 km³. Posição 176 no mundo, de um total de 179. Desde 1995, o indicador caiu 21%.

2022 0 km³ +0% vs 2021
Posição no mundo 176de 179
Máximo do período 0 km³1995
Mínimo do período 0 km³2013

Evolução ao longo do tempo

1995–2022 · km³ por ano

Retirada anual de água doce — São Vicente e Granadinas, 1995–2022000019951998200120042007201020132016201920221995: 0,01 km³1996: 0,01 km³1997: 0,01 km³1998: 0,01 km³1999: 0,01 km³2000: 0,01 km³2001: 0,01 km³2002: 0,01 km³2003: 0,01 km³2004: 0,01 km³2005: 0,01 km³2006: 0,01 km³2007: 0,01 km³2008: 0,01 km³2009: 0,01 km³2010: 0,01 km³2011: 0,01 km³2012: 0,01 km³2013: 0,01 km³2014: 0,01 km³2015: 0,01 km³2016: 0,01 km³2017: 0,01 km³2018: 0,01 km³2019: 0,01 km³2020: 0,01 km³2021: 0,01 km³2022: 0,01 km³
Variação no período: −0 (−21%) Taxa média anual: -0,87 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: São Vicente e Granadinas

São Vicente e Granadinas 0 km³
Mundo 3.853 km³
Países de renda média-alta calculado 1.368 km³
Retirada anual de água doce — São Vicente e Granadinas, por ano São Vicente e Granadinas Todos os países CSV XLSX
Ano km³ Variação Variação, %
2022 0 +0 +0%
2021 0 +0 +0%
2020 0 +0 +0%
2019 0 +0 +0%
2018 0 +0 +0%
2017 0 +0 +0%
2016 0 +0 +0%
2015 0 +0 +0%
2014 0 +0 +0%
2013 0 −0 −2,47%
2012 0 −0 −2,41%
2011 0 −0 −2,35%
2010 0 −0 −2,3%
2009 0 −0 −2,25%
2008 0 −0 −2,2%
2007 0 −0 −2,15%
2006 0 −0 −2,11%
2005 0 +0 +2,69%
2004 0 −0 −0,89%
2003 0 −0 −0,88%
2002 0 −0 −2,91%
2001 0 −0 −0,51%
2000 0 −0 −0,51%
1999 0 −0 −0,51%
1998 0 −0 −0,51%
1997 0 −0 −0,5%
1996 0 −0 −0,5%
1995 0

Sobre o indicador

Retirada anual de água doce para todos os usos: irrigação, indústria, abastecimento urbano. Mais de dois terços da retirada mundial correspondem à agricultura, por isso a grandeza tem mais relação com a área irrigada do que com o número de habitantes ou o tamanho da indústria. Retirada não é consumo: parte da água volta aos corpos d'água, embora em geral com qualidade pior.

Importante: Retirada, e não consumo definitivo. Pode superar os recursos renováveis próprios: nesse caso o país toma água do exterior, de reservas subterrâneas não renováveis, ou a dessaliniza.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.