Retirada de água doce em percentual dos recursos — todos os países

Retirada de água doce em percentual dos recursos — Granada

Retirada de água doce em percentual dos recursos em Granada em 2022 — 7,05%. Posição 82 no mundo, de um total de 175. Desde 2005, o indicador aumentou 2,05 p.p..

2022 7,05% +0 p.p. vs 2021
Posição no mundo 82de 175
Máximo do período 7,05%2014
Mínimo do período 5%2005

Evolução ao longo do tempo

2005–2022 · % dos recursos internos

Retirada de água doce em percentual dos recursos — Granada, 2005–2022567820052007200920112013201520172019202120222005: 5%2006: 5,23%2007: 5,46%2008: 5,68%2009: 5,91%2010: 6,14%2011: 6,37%2012: 6,59%2013: 6,82%2014: 7,05%2015: 7,05%2016: 7,05%2017: 7,05%2018: 7,05%2019: 7,05%2020: 7,05%2021: 7,05%2022: 7,05%
Variação no período: +2,05 p.p. Média anual: 0,12 p.p.

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Granada

Granada 7,05%
Mundo 9,01%
Retirada de água doce em percentual dos recursos — Granada, por ano Granada Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2022 7,05 +0 p.p.
2021 7,05 +0 p.p.
2020 7,05 +0 p.p.
2019 7,05 +0 p.p.
2018 7,05 +0 p.p.
2017 7,05 +0 p.p.
2016 7,05 +0 p.p.
2015 7,05 +0 p.p.
2014 7,05 +0,23 p.p.
2013 6,82 +0,23 p.p.
2012 6,59 +0,23 p.p.
2011 6,37 +0,23 p.p.
2010 6,14 +0,23 p.p.
2009 5,91 +0,23 p.p.
2008 5,68 +0,23 p.p.
2007 5,46 +0,23 p.p.
2006 5,23 +0,23 p.p.
2005 5

Sobre o indicador

Retirada anual de água doce para todos os usos (agricultura, indústria, abastecimento urbano) em percentual dos recursos internos renováveis de água doce. Valores acima de 25% são considerados sinal de estresse hídrico, e acima de 70%, de escassez crítica. O indicador pode superar 100% se o país usa vazões transfronteiriças ou águas subterrâneas não renováveis.

Importante: O agregado é ponderado pelo volume dos recursos hídricos: é toda a retirada de água do grupo dividida por todos os seus recursos. Valores acima de cem por cento não são erro — significam retirada de reservas não renováveis ou dessalinização.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.