Recursos hídricos per capita — todos os países

Recursos hídricos per capita — Iêmen

Recursos hídricos per capita no Iêmen em 2022 — 55 m³/pess.. Posição 176 no mundo, de um total de 181. Desde 1961, o indicador caiu 85,2%.

2022 55 m³/pess. −2,83% vs 2021
Posição no mundo 176de 181
Máximo do período 371 m³/pess.1961
Mínimo do período 55 m³/pess.2022

Evolução ao longo do tempo

1961–2022 · m³ per capita

Recursos hídricos per capita — Iêmen, 1961–2022010020030040019611968197519821989199620032010201720221961: 371 m³/pess.1963: 355 m³/pess.1965: 339 m³/pess.1967: 322 m³/pess.1969: 305 m³/pess.1971: 289 m³/pess.1973: 274 m³/pess.1975: 258 m³/pess.1977: 243 m³/pess.1979: 228 m³/pess.1981: 212 m³/pess.1983: 198 m³/pess.1985: 183 m³/pess.1987: 170 m³/pess.1989: 157 m³/pess.1991: 146 m³/pess.1993: 135 m³/pess.1995: 125 m³/pess.1997: 117 m³/pess.1999: 110 m³/pess.2001: 104 m³/pess.2003: 98 m³/pess.2005: 92 m³/pess.2007: 86 m³/pess.2009: 81 m³/pess.2011: 76 m³/pess.2013: 72 m³/pess.2015: 67 m³/pess.2017: 63 m³/pess.2019: 60 m³/pess.2021: 57 m³/pess.2022: 55 m³/pess.
Variação no período: −316 (−85,2%) Taxa média anual: -3,08 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Iêmen

Iêmen 55 m³/pess.
Mundo 5.393 m³/pess.
Ásia Ocidental calculado 1.264 m³/pess.
Países de renda baixa calculado 3.206 m³/pess.
Recursos hídricos per capita — Iêmen, por ano Iêmen Todos os países CSV XLSX
Ano m³/pess. Variação Variação, %
2022 55 −2 −2,83%
2021 57 −2 −2,71%
2020 58 −2 −2,83%
2019 60 −2 −2,92%
2018 62 −2 −2,92%
2017 63 −2 −2,97%
2016 65 −2 −2,96%
2015 67 −2 −2,99%
2014 69 −2 −3,02%
2013 72 −2 −3%
2012 74 −2 −2,99%
2011 76 −2 −3%
2010 78 −3 −3,09%
2009 81 −3 −3,15%
2008 84 −3 −3,16%
2007 86 −3 −3,19%
2006 89 −3 −3,2%
2005 92 −3 −3,05%
2004 95 −3 −2,89%
2003 98 −3 −2,9%
2002 101 −3 −2,92%
2001 104 −3 −2,98%
2000 107 −3 −3,03%
1999 110 −3 −3,07%
1998 114 −4 −3,1%
1997 117 −4 −3,14%
1996 121 −4 −3,31%
1995 125 −5 −3,53%
1994 130 −5 −3,62%
1993 135 −5 −3,69%
1992 140 −5 −3,73%
1991 146 −6 −3,76%
1990 151 −6 −3,77%
1989 157 −6 −3,77%
1988 163 −6 −3,81%
1987 170 −7 −3,79%
1986 176 −7 −3,76%
1985 183 −7 −3,74%
1984 190 −7 −3,67%
1983 198 −7 −3,58%
1982 205 −7 −3,5%
1981 212 −8 −3,43%
1980 220 −8 −3,34%
1979 228 −8 −3,23%
1978 235 −8 −3,12%
1977 243 −8 −3,05%
1976 250 −8 −2,99%
1975 258 −8 −2,91%
1974 266 −8 −2,84%
1973 274 −8 −2,77%
1972 281 −8 −2,72%
1971 289 −8 −2,65%
1970 297 −8 −2,68%
1969 305 −8 −2,7%
1968 314 −8 −2,6%
1967 322 −8 −2,53%
1966 331 −8 −2,45%
1965 339 −8 −2,38%
1964 347 −8 −2,26%
1963 355 −8 −2,18%
1962 363 −8 −2,2%
1961 371

Sobre o indicador

Recursos internos renováveis de água doce divididos pela população. É por esta medida que se costuma julgar a escassez de água: abaixo de 1.700 metros cúbicos por habitante ao ano fala-se de tensão hídrica; abaixo de 1.000, de escassez; abaixo de 500, de escassez absoluta. O indicador cai mesmo onde a água não diminui — apenas pelo crescimento da população —, e por esta série se vê quais países entram na escassez por via demográfica.

Importante: O valor de um grupo são todos os seus recursos hídricos sobre toda a sua população. Os limiares de 1.700, 1.000 e 500 m³ são referências de uso comum, e não uma classificação oficial.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.