Recursos hídricos per capita — todos os países

Recursos hídricos per capita — Catar

Recursos hídricos per capita no Catar em 2022 — 21 m³/pess.. Posição 177 no mundo, de um total de 181. Desde 1961, o indicador caiu 98,5%.

2022 21 m³/pess. −5,74% vs 2021
Posição no mundo 177de 181
Máximo do período 1.411 m³/pess.1961
Mínimo do período 20 m³/pess.2020

Evolução ao longo do tempo

1961–2022 · m³ per capita

Recursos hídricos per capita — Catar, 1961–202205001.0001.50019611968197519821989199620032010201720221961: 1.411 m³/pess.1963: 1.112 m³/pess.1965: 874 m³/pess.1967: 688 m³/pess.1969: 544 m³/pess.1971: 426 m³/pess.1973: 346 m³/pess.1975: 290 m³/pess.1977: 249 m³/pess.1979: 216 m³/pess.1981: 191 m³/pess.1983: 170 m³/pess.1985: 153 m³/pess.1987: 141 m³/pess.1989: 132 m³/pess.1991: 123 m³/pess.1993: 116 m³/pess.1995: 109 m³/pess.1997: 102 m³/pess.1999: 91 m³/pess.2001: 83 m³/pess.2003: 75 m³/pess.2005: 68 m³/pess.2007: 46 m³/pess.2009: 35 m³/pess.2011: 34 m³/pess.2013: 29 m³/pess.2015: 24 m³/pess.2017: 22 m³/pess.2019: 21 m³/pess.2021: 22 m³/pess.2022: 21 m³/pess.
Variação no período: −1.390 (−98,51%) Taxa média anual: -6,66 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Catar

Catar 21 m³/pess.
Mundo 5.393 m³/pess.
Ásia Ocidental calculado 1.264 m³/pess.
Países de renda alta calculado 10.978 m³/pess.
Recursos hídricos per capita — Catar, por ano Catar Todos os países CSV XLSX
Ano m³/pess. Variação Variação, %
2022 21 −1 −5,74%
2021 22 +2 +11,55%
2020 20 −1 −5,56%
2019 21 −0 −2,2%
2018 22 −0 −1,35%
2017 22 −1 −2,7%
2016 23 −1 −5,35%
2015 24 −2 −8,22%
2014 26 −3 −10,94%
2013 29 −3 −10,12%
2012 33 −2 −5,67%
2011 34 −0 −0,49%
2010 35 −0 −0,49%
2009 35 −4 −11,31%
2008 39 −7 −15,3%
2007 46 −11 −19,51%
2006 58 −10 −15,15%
2005 68 −5 −6,31%
2004 72 −3 −3,7%
2003 75 −4 −4,5%
2002 79 −4 −4,68%
2001 83 −4 −4,86%
2000 87 −5 −5,04%
1999 91 −5 −5,22%
1998 96 −5 −5,17%
1997 102 −4 −3,9%
1996 106 −3 −2,78%
1995 109 −3 −2,89%
1994 112 −3 −2,99%
1993 116 −4 −3,07%
1992 119 −4 −3,15%
1991 123 −4 −3,23%
1990 127 −4 −3,3%
1989 132 −5 −3,38%
1988 136 −5 −3,47%
1987 141 −5 −3,67%
1986 146 −7 −4,31%
1985 153 −8 −4,94%
1984 161 −9 −5,22%
1983 170 −10 −5,51%
1982 180 −11 −5,77%
1981 191 −12 −6,01%
1980 203 −14 −6,25%
1979 216 −15 −6,52%
1978 232 −17 −6,83%
1977 249 −19 −7,21%
1976 268 −22 −7,64%
1975 290 −26 −8,14%
1974 316 −30 −8,75%
1973 346 −36 −9,48%
1972 382 −44 −10,35%
1971 426 −55 −11,42%
1970 481 −62 −11,45%
1969 544 −67 −10,94%
1968 610 −77 −11,24%
1967 688 −88 −11,35%
1966 776 −98 −11,26%
1965 874 −111 −11,24%
1964 985 −127 −11,41%
1963 1.112 −143 −11,41%
1962 1.255 −157 −11,09%
1961 1.411

Sobre o indicador

Recursos internos renováveis de água doce divididos pela população. É por esta medida que se costuma julgar a escassez de água: abaixo de 1.700 metros cúbicos por habitante ao ano fala-se de tensão hídrica; abaixo de 1.000, de escassez; abaixo de 500, de escassez absoluta. O indicador cai mesmo onde a água não diminui — apenas pelo crescimento da população —, e por esta série se vê quais países entram na escassez por via demográfica.

Importante: O valor de um grupo são todos os seus recursos hídricos sobre toda a sua população. Os limiares de 1.700, 1.000 e 500 m³ são referências de uso comum, e não uma classificação oficial.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.