Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — São Tomé e Príncipe

Remessas recebidas em São Tomé e Príncipe em 2024 — 80.139.947 US$. Posição 140 no mundo, de um total de 160. Desde 1978, o indicador aumentou 26.728,1%.

2024 80,14 mi US$ −17,98% vs 2023
Posição no mundo 140de 160
Máximo do período 102 mi US$2022
Mínimo do período 63.699 US$1988

Evolução ao longo do tempo

1978–2024 · US$

Remessas recebidas — São Tomé e Príncipe, 1978–2024050 mi100 mi150 mi19781983198819931998200320082013201820231978: 298.716 US$1979: 596.724 US$1980: 773.624 US$1981: 955.742 US$1982: 712.219 US$1983: 1.096.015 US$1984: 3.254.174 US$1985: 278.000 US$1986: 85.517 US$1987: 70.096 US$1988: 63.699 US$1989: 157.212 US$1990: 310.000 US$1997: 800.000 US$1998: 500.000 US$1999: 560.000 US$2000: 463.800 US$2001: 553.670 US$2002: 797.331 US$2003: 1.821.460 US$2004: 1.100.000 US$2005: 1.500.000 US$2006: 1.600.000 US$2007: 2.000.000 US$2008: 3.000.000 US$2009: 2.000.000 US$2010: 6.363.257 US$2011: 6.881.334 US$2012: 6.358.890 US$2013: 26.566.723 US$2014: 26.827.849 US$2015: 19.980.197 US$2016: 18.044.841 US$2017: 18.192.067 US$2018: 17.776.130 US$2019: 11.114.429 US$2020: 8.620.359 US$2021: 10.591.492 US$2022: 102.045.952 US$2023: 97.709.455 US$2024: 80.139.947 US$
Variação no período: +79,84 mi (+26.728,13%) Taxa média anual: 12,93 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: São Tomé e Príncipe

São Tomé e Príncipe 80,14 mi US$
Mundo 857 bi US$
África Subsaariana 57,23 bi US$
Países de renda média-baixa calculado 416 bi US$
Remessas recebidas — São Tomé e Príncipe, por ano São Tomé e Príncipe Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 80,14 mi −17,57 mi −17,98%
2023 97,71 mi −4,34 mi −4,25%
2022 102 mi +91,45 mi +863,47%
2021 10,59 mi +1,97 mi +22,87%
2020 8,62 mi −2,49 mi −22,44%
2019 11,11 mi −6,66 mi −37,48%
2018 17,78 mi −415.937 −2,29%
2017 18,19 mi +147.227 +0,82%
2016 18,04 mi −1,94 mi −9,69%
2015 19,98 mi −6,85 mi −25,52%
2014 26,83 mi +261.126 +0,98%
2013 26,57 mi +20,21 mi +317,79%
2012 6,36 mi −522.445 −7,59%
2011 6,88 mi +518.077 +8,14%
2010 6,36 mi +4,36 mi +218,16%
2009 2 mi −1 mi −33,33%
2008 3 mi +1 mi +50%
2007 2 mi +400.000 +25%
2006 1,6 mi +100.000 +6,67%
2005 1,5 mi +400.000 +36,36%
2004 1,1 mi −721.460 −39,61%
2003 1,82 mi +1,02 mi +128,44%
2002 797.331 +243.660 +44,01%
2001 553.670 +89.870 +19,38%
2000 463.800 −96.200 −17,18%
1999 560.000 +60.000 +12%
1998 500.000 −300.000 −37,5%
1997 800.000
1990 310.000 +152.788 +97,19%
1989 157.212 +93.513 +146,8%
1988 63.699 −6.397 −9,13%
1987 70.096 −15.420 −18,03%
1986 85.517 −192.483 −69,24%
1985 278.000 −2,98 mi −91,46%
1984 3,25 mi +2,16 mi +196,91%
1983 1,1 mi +383.795 +53,89%
1982 712.219 −243.523 −25,48%
1981 955.742 +182.118 +23,54%
1980 773.624 +176.901 +29,65%
1979 596.724 +298.008 +99,76%
1978 298.716

África Central, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.