Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Angola

Remessas recebidas em Angola em 2025 — 51.721.590 US$. Posição 88 no mundo, de um total de 94. Desde 1996, o indicador aumentou 905,9%.

2025 51,72 mi US$ +1,34% vs 2024
Posição no mundo 88de 94
Máximo do período 82,08 mi US$2008
Mínimo do período 162.359 US$2009

Evolução ao longo do tempo

1996–2025 · US$

Remessas recebidas — Angola, 1996–2025025 mi50 mi75 mi100 mi199619992002200520082011201420172020202320251996: 5.142.000 US$2008: 82.084.000 US$2009: 162.359 US$2010: 17.972.037 US$2011: 204.751 US$2012: 40.348.854 US$2013: 36.637.411 US$2014: 30.971.119 US$2015: 11.114.712 US$2016: 3.988.048 US$2017: 1.418.196 US$2018: 1.579.247 US$2019: 3.445.473 US$2020: 8.053.051 US$2021: 12.631.149 US$2022: 14.005.491 US$2023: 12.066.567 US$2024: 51.039.356 US$2025: 51.721.590 US$
Variação no período: +46,58 mi (+905,87%) Taxa média anual: 8,29 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Angola

Angola 51,72 mi US$
Mundo 804 bi US$
África Subsaariana 30,75 bi US$
Remessas recebidas — Angola, por ano Angola Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 51,72 mi +682.234 +1,34%
2024 51,04 mi +38,97 mi +322,98%
2023 12,07 mi −1,94 mi −13,84%
2022 14,01 mi +1,37 mi +10,88%
2021 12,63 mi +4,58 mi +56,85%
2020 8,05 mi +4,61 mi +133,73%
2019 3,45 mi +1,87 mi +118,17%
2018 1,58 mi +161.051 +11,36%
2017 1,42 mi −2,57 mi −64,44%
2016 3,99 mi −7,13 mi −64,12%
2015 11,11 mi −19,86 mi −64,11%
2014 30,97 mi −5,67 mi −15,47%
2013 36,64 mi −3,71 mi −9,2%
2012 40,35 mi +40,14 mi +19.606,29%
2011 204.751 −17,77 mi −98,86%
2010 17,97 mi +17,81 mi +10.969,35%
2009 162.359 −81,92 mi −99,8%
2008 82,08 mi
1996 5,14 mi

África Central, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.