Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Palau

Remessas recebidas em Palau em 2023 — 2.218.000 US$. Posição 172 no mundo, de um total de 173. Desde 2005, o indicador aumentou 50,4%.

2023 2,22 mi US$ +4,92% vs 2022
Posição no mundo 172de 173
Máximo do período 2,37 mi US$2017
Mínimo do período 1,47 mi US$2005

Evolução ao longo do tempo

2005–2023 · US$

Remessas recebidas — Palau, 2005–20231,25 mi1,5 mi1,75 mi2 mi2,25 mi2,5 mi20052007200920112013201520172019202120232005: 1.474.979 US$2006: 1.542.185 US$2007: 1.529.496 US$2008: 1.604.640 US$2009: 1.590.526 US$2010: 1.685.461 US$2011: 1.967.274 US$2012: 2.360.257 US$2013: 2.359.934 US$2014: 2.218.252 US$2015: 2.273.734 US$2016: 2.362.000 US$2017: 2.369.000 US$2018: 2.319.000 US$2019: 2.364.000 US$2020: 2.276.000 US$2021: 1.882.000 US$2022: 2.114.000 US$2023: 2.218.000 US$
Variação no período: +743.021 (+50,38%) Taxa média anual: 2,29 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Palau

Palau 2,22 mi US$
Mundo 796 bi US$
Países de renda média-alta calculado 210 bi US$
Remessas recebidas — Palau, por ano Palau Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2023 2,22 mi +104.000 +4,92%
2022 2,11 mi +232.000 +12,33%
2021 1,88 mi −394.000 −17,31%
2020 2,28 mi −88.000 −3,72%
2019 2,36 mi +45.000 +1,94%
2018 2,32 mi −50.000 −2,11%
2017 2,37 mi +7.000 +0,3%
2016 2,36 mi +88.266 +3,88%
2015 2,27 mi +55.482 +2,5%
2014 2,22 mi −141.682 −6%
2013 2,36 mi −322 −0,01%
2012 2,36 mi +392.983 +19,98%
2011 1,97 mi +281.812 +16,72%
2010 1,69 mi +94.935 +5,97%
2009 1,59 mi −14.113 −0,88%
2008 1,6 mi +75.143 +4,91%
2007 1,53 mi −12.688 −0,82%
2006 1,54 mi +67.206 +4,56%
2005 1,47 mi

Micronésia, 2023

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.