Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Ilhas Marshall

Remessas recebidas nas Ilhas Marshall em 2024 — 66.908.360 US$. Posição 141 no mundo, de um total de 160. Desde 2005, o indicador aumentou 181,8%.

2024 66,91 mi US$ +13,63% vs 2023
Posição no mundo 141de 160
Máximo do período 66,91 mi US$2024
Mínimo do período 22,15 mi US$2011

Evolução ao longo do tempo

2005–2024 · US$

Remessas recebidas — Ilhas Marshall, 2005–2024020 mi40 mi60 mi80 mi200520072009201120132015201720192021202320242005: 23.743.314 US$2006: 25.993.301 US$2007: 25.141.960 US$2008: 23.064.845 US$2009: 23.586.551 US$2010: 22.214.934 US$2011: 22.145.271 US$2012: 23.236.798 US$2013: 24.555.435 US$2014: 26.081.549 US$2015: 27.340.029 US$2016: 28.340.029 US$2017: 30.450.053 US$2018: 31.450.053 US$2019: 32.450.053 US$2020: 33.450.053 US$2021: 34.450.053 US$2022: 51.582.348 US$2023: 58.883.528 US$2024: 66.908.360 US$
Variação no período: +43,17 mi (+181,8%) Taxa média anual: 5,6 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Ilhas Marshall

Ilhas Marshall 66,91 mi US$
Mundo 857 bi US$
Países de renda média-alta calculado 221 bi US$
Remessas recebidas — Ilhas Marshall, por ano Ilhas Marshall Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 66,91 mi +8,02 mi +13,63%
2023 58,88 mi +7,3 mi +14,15%
2022 51,58 mi +17,13 mi +49,73%
2021 34,45 mi +1 mi +2,99%
2020 33,45 mi +1 mi +3,08%
2019 32,45 mi +1 mi +3,18%
2018 31,45 mi +1 mi +3,28%
2017 30,45 mi +2,11 mi +7,45%
2016 28,34 mi +1 mi +3,66%
2015 27,34 mi +1,26 mi +4,83%
2014 26,08 mi +1,53 mi +6,21%
2013 24,56 mi +1,32 mi +5,67%
2012 23,24 mi +1,09 mi +4,93%
2011 22,15 mi −69.662 −0,31%
2010 22,21 mi −1,37 mi −5,82%
2009 23,59 mi +521.706 +2,26%
2008 23,06 mi −2,08 mi −8,26%
2007 25,14 mi −851.342 −3,28%
2006 25,99 mi +2,25 mi +9,48%
2005 23,74 mi

Micronésia, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

MH Ilhas Marshall 66,91 mi KI Kiribati 14,66 mi NR Nauru 2,24 mi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.