Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Países Baixos

Remessas recebidas nos Países Baixos em 2024 — 4.719.400.105 US$. Posição 41 no mundo, de um total de 160. Desde 1970, o indicador aumentou 3.437,1%.

2024 4,72 bi US$ +10,45% vs 2023
Posição no mundo 41de 160
Máximo do período 4,72 bi US$2024
Mínimo do período 133 mi US$1970

Evolução ao longo do tempo

1970–2024 · US$

Remessas recebidas — Países Baixos, 1970–202402 bi4 bi6 bi19701976198219881994200020062012201820241970: 133.425.415 US$1971: 203.130.356 US$1972: 262.031.433 US$1973: 367.418.854 US$1974: 347.947.174 US$1975: 334.755.615 US$1976: 328.868.134 US$1977: 400.932.648 US$1978: 446.557.282 US$1979: 550.761.963 US$1980: 604.357.361 US$1981: 556.271.301 US$1982: 656.217.773 US$1983: 567.021.973 US$1984: 492.894.074 US$1985: 501.530.182 US$1986: 626.001.709 US$1987: 753.309.448 US$1988: 814.183.777 US$1989: 768.753.540 US$1990: 708.941.406 US$1991: 672.398.987 US$1992: 792.309.876 US$1993: 901.634.399 US$1994: 984.060.730 US$1995: 664.928.498 US$1996: 697.115.592 US$1997: 661.403.843 US$1998: 631.115.241 US$1999: 485.618.075 US$2000: 425.802.934 US$2001: 482.759.932 US$2002: 484.117.843 US$2003: 1.120.669.354 US$2004: 1.298.282.067 US$2005: 1.258.740.178 US$2006: 1.552.637.654 US$2007: 1.630.181.336 US$2008: 1.649.099.406 US$2009: 2.809.413.862 US$2010: 2.779.175.299 US$2011: 3.216.989.963 US$2012: 3.079.928.941 US$2013: 3.275.687.101 US$2014: 3.723.144.479 US$2015: 3.276.248.684 US$2016: 3.206.127.086 US$2017: 3.417.061.015 US$2018: 3.724.082.172 US$2019: 3.673.480.765 US$2020: 3.622.290.492 US$2021: 3.956.821.809 US$2022: 3.808.155.130 US$2023: 4.272.993.064 US$2024: 4.719.400.105 US$
Variação no período: +4,59 bi (+3.437,11%) Taxa média anual: 6,83 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Países Baixos

Países Baixos 4,72 bi US$
Mundo 857 bi US$
Europa Ocidental calculado 90,78 bi US$
Países de renda alta calculado 199 bi US$
Remessas recebidas — Países Baixos, por ano Países Baixos Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2024 4,72 bi +446 mi +10,45%
2023 4,27 bi +465 mi +12,21%
2022 3,81 bi −149 mi −3,76%
2021 3,96 bi +335 mi +9,24%
2020 3,62 bi −51,19 mi −1,39%
2019 3,67 bi −50,6 mi −1,36%
2018 3,72 bi +307 mi +8,98%
2017 3,42 bi +211 mi +6,58%
2016 3,21 bi −70,12 mi −2,14%
2015 3,28 bi −447 mi −12%
2014 3,72 bi +447 mi +13,66%
2013 3,28 bi +196 mi +6,36%
2012 3,08 bi −137 mi −4,26%
2011 3,22 bi +438 mi +15,75%
2010 2,78 bi −30,24 mi −1,08%
2009 2,81 bi +1,16 bi +70,36%
2008 1,65 bi +18,92 mi +1,16%
2007 1,63 bi +77,54 mi +4,99%
2006 1,55 bi +294 mi +23,35%
2005 1,26 bi −39,54 mi −3,05%
2004 1,3 bi +178 mi +15,85%
2003 1,12 bi +637 mi +131,49%
2002 484 mi +1,36 mi +0,28%
2001 483 mi +56,96 mi +13,38%
2000 426 mi −59,82 mi −12,32%
1999 486 mi −145 mi −23,05%
1998 631 mi −30,29 mi −4,58%
1997 661 mi −35,71 mi −5,12%
1996 697 mi +32,19 mi +4,84%
1995 665 mi −319 mi −32,43%
1994 984 mi +82,43 mi +9,14%
1993 902 mi +109 mi +13,8%
1992 792 mi +120 mi +17,83%
1991 672 mi −36,54 mi −5,15%
1990 709 mi −59,81 mi −7,78%
1989 769 mi −45,43 mi −5,58%
1988 814 mi +60,87 mi +8,08%
1987 753 mi +127 mi +20,34%
1986 626 mi +124 mi +24,82%
1985 502 mi +8,64 mi +1,75%
1984 493 mi −74,13 mi −13,07%
1983 567 mi −89,2 mi −13,59%
1982 656 mi +99,95 mi +17,97%
1981 556 mi −48,09 mi −7,96%
1980 604 mi +53,6 mi +9,73%
1979 551 mi +104 mi +23,34%
1978 447 mi +45,62 mi +11,38%
1977 401 mi +72,06 mi +21,91%
1976 329 mi −5,89 mi −1,76%
1975 335 mi −13,19 mi −3,79%
1974 348 mi −19,47 mi −5,3%
1973 367 mi +105 mi +40,22%
1972 262 mi +58,9 mi +29%
1971 203 mi +69,7 mi +52,24%
1970 133 mi

Europa Ocidental, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.