Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Bélgica

Remessas recebidas na Bélgica em 2025 — 16.346.867.883 US$. Posição 13 no mundo, de um total de 94. Desde 1975, o indicador aumentou 2.368,2%.

2025 16,35 bi US$ +5,59% vs 2024
Posição no mundo 13de 94
Máximo do período 16,35 bi US$2025
Mínimo do período 659 mi US$1976

Evolução ao longo do tempo

1975–2025 · US$

Remessas recebidas — Bélgica, 1975–202505 bi10 bi15 bi20 bi197519801985199019952000200520102015202020251975: 662.297.424 US$1976: 658.915.466 US$1977: 754.823.120 US$1978: 956.470.520 US$1979: 1.041.822.876 US$1980: 1.139.075.073 US$1981: 948.875.671 US$1982: 837.334.534 US$1983: 848.768.921 US$1984: 780.039.002 US$1985: 817.282.898 US$1986: 1.098.416.260 US$1987: 1.275.191.284 US$1988: 1.430.124.512 US$1989: 2.736.618.164 US$1990: 3.583.137.695 US$1991: 3.972.553.223 US$1992: 4.475.618.164 US$1993: 4.580.757.324 US$1994: 4.612.880.859 US$1995: 4.936.722.168 US$1996: 4.947.035.645 US$1997: 4.328.916.992 US$1998: 4.204.201.172 US$1999: 4.466.878.906 US$2000: 4.004.603.516 US$2001: 3.933.338.623 US$2002: 4.534.638.939 US$2003: 5.778.136.096 US$2004: 6.562.530.149 US$2005: 6.884.305.724 US$2006: 7.268.884.910 US$2007: 8.991.846.091 US$2008: 10.479.068.217 US$2009: 11.090.651.437 US$2010: 10.993.669.270 US$2011: 11.728.548.905 US$2012: 11.171.452.382 US$2013: 11.695.085.498 US$2014: 12.161.003.266 US$2015: 10.464.912.315 US$2016: 10.786.360.682 US$2017: 11.435.497.317 US$2018: 12.448.569.091 US$2019: 12.429.684.501 US$2020: 13.112.247.336 US$2021: 14.286.079.087 US$2022: 14.037.046.625 US$2023: 14.641.877.710 US$2024: 15.480.994.452 US$2025: 16.346.867.883 US$
Variação no período: +15,68 bi (+2.368,21%) Taxa média anual: 6,62 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Bélgica

Bélgica 16,35 bi US$
Mundo 804 bi US$
Europa Ocidental calculado 91,05 bi US$
Remessas recebidas — Bélgica, por ano Bélgica Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2025 16,35 bi +866 mi +5,59%
2024 15,48 bi +839 mi +5,73%
2023 14,64 bi +605 mi +4,31%
2022 14,04 bi −249 mi −1,74%
2021 14,29 bi +1,17 bi +8,95%
2020 13,11 bi +683 mi +5,49%
2019 12,43 bi −18,88 mi −0,15%
2018 12,45 bi +1,01 bi +8,86%
2017 11,44 bi +649 mi +6,02%
2016 10,79 bi +321 mi +3,07%
2015 10,46 bi −1,7 bi −13,95%
2014 12,16 bi +466 mi +3,98%
2013 11,7 bi +524 mi +4,69%
2012 11,17 bi −557 mi −4,75%
2011 11,73 bi +735 mi +6,68%
2010 10,99 bi −96,98 mi −0,87%
2009 11,09 bi +612 mi +5,84%
2008 10,48 bi +1,49 bi +16,54%
2007 8,99 bi +1,72 bi +23,7%
2006 7,27 bi +385 mi +5,59%
2005 6,88 bi +322 mi +4,9%
2004 6,56 bi +784 mi +13,58%
2003 5,78 bi +1,24 bi +27,42%
2002 4,53 bi +601 mi +15,29%
2001 3,93 bi −71,26 mi −1,78%
2000 4 bi −462 mi −10,35%
1999 4,47 bi +263 mi +6,25%
1998 4,2 bi −125 mi −2,88%
1997 4,33 bi −618 mi −12,49%
1996 4,95 bi +10,31 mi +0,21%
1995 4,94 bi +324 mi +7,02%
1994 4,61 bi +32,12 mi +0,7%
1993 4,58 bi +105 mi +2,35%
1992 4,48 bi +503 mi +12,66%
1991 3,97 bi +389 mi +10,87%
1990 3,58 bi +847 mi +30,93%
1989 2,74 bi +1,31 bi +91,36%
1988 1,43 bi +155 mi +12,15%
1987 1,28 bi +177 mi +16,09%
1986 1,1 bi +281 mi +34,4%
1985 817 mi +37,24 mi +4,77%
1984 780 mi −68,73 mi −8,1%
1983 849 mi +11,43 mi +1,37%
1982 837 mi −112 mi −11,76%
1981 949 mi −190 mi −16,7%
1980 1,14 bi +97,25 mi +9,33%
1979 1,04 bi +85,35 mi +8,92%
1978 956 mi +202 mi +26,71%
1977 755 mi +95,91 mi +14,56%
1976 659 mi −3,38 mi −0,51%
1975 662 mi

Europa Ocidental, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.