Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — Bermudas

Remessas recebidas nas Bermudas em 2023 — 2.035.318.440 US$. Posição 65 no mundo, de um total de 173. Desde 2006, o indicador aumentou 72,1%.

2023 2,04 bi US$ +16% vs 2022
Posição no mundo 65de 173
Máximo do período 2,04 bi US$2023
Mínimo do período 1,18 bi US$2011

Evolução ao longo do tempo

2006–2023 · US$

Remessas recebidas — Bermudas, 2006–20231 bi1,25 bi1,5 bi1,75 bi2 bi2,25 bi20062008201020122014201620182020202220232006: 1.182.490.000 US$2007: 1.450.138.212 US$2008: 1.390.779.867 US$2009: 1.346.066.952 US$2010: 1.261.415.801 US$2011: 1.175.291.441 US$2012: 1.190.775.527 US$2013: 1.224.886.398 US$2014: 1.335.682.710 US$2015: 1.445.391.572 US$2016: 1.445.943.330 US$2017: 1.505.955.305 US$2018: 1.446.756.401 US$2019: 1.547.229.198 US$2020: 1.574.100.923 US$2021: 1.655.608.129 US$2022: 1.754.513.559 US$2023: 2.035.318.440 US$
Variação no período: +853 mi (+72,12%) Taxa média anual: 3,25 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Bermudas

Bermudas 2,04 bi US$
Mundo 796 bi US$
América do Norte 11,28 bi US$
América Setentrional calculado 11,28 bi US$
Países de renda alta calculado 194 bi US$
Remessas recebidas — Bermudas, por ano Bermudas Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2023 2,04 bi +281 mi +16%
2022 1,75 bi +98,91 mi +5,97%
2021 1,66 bi +81,51 mi +5,18%
2020 1,57 bi +26,87 mi +1,74%
2019 1,55 bi +100 mi +6,94%
2018 1,45 bi −59,2 mi −3,93%
2017 1,51 bi +60,01 mi +4,15%
2016 1,45 bi +551.759 +0,04%
2015 1,45 bi +110 mi +8,21%
2014 1,34 bi +111 mi +9,05%
2013 1,22 bi +34,11 mi +2,86%
2012 1,19 bi +15,48 mi +1,32%
2011 1,18 bi −86,12 mi −6,83%
2010 1,26 bi −84,65 mi −6,29%
2009 1,35 bi −44,71 mi −3,21%
2008 1,39 bi −59,36 mi −4,09%
2007 1,45 bi +268 mi +22,63%
2006 1,18 bi

América Setentrional, 2023

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.