Remessas recebidas — todos os países

Remessas recebidas — América Setentrional

Remessas recebidas na América Setentrional em 2023 — 11.282.511.659 US$. Desde 2006, o indicador aumentou 53,8%.

2023 11,28 bi US$ +9,74% vs 2022
Posição no mundo
Máximo do período 11,28 bi US$2023
Mínimo do período 7,34 bi US$2006

Evolução ao longo do tempo

2006–2023 · US$

Remessas recebidas — América Setentrional, 2006–20237 bi8 bi9 bi10 bi11 bi12 bi20062008201020122014201620182020202220232006: 7.336.181.997 US$2007: 7.846.617.834 US$2008: 8.054.192.064 US$2009: 8.282.511.677 US$2010: 8.390.573.551 US$2011: 8.506.636.419 US$2012: 8.748.376.017 US$2013: 9.174.425.004 US$2014: 9.189.987.399 US$2015: 9.297.646.940 US$2016: 9.065.268.190 US$2017: 9.121.140.785 US$2018: 9.683.323.618 US$2019: 9.908.011.767 US$2020: 9.222.933.366 US$2021: 9.580.110.826 US$2022: 10.281.350.535 US$2023: 11.282.511.659 US$
Variação no período: +3,95 bi (+53,79%) Taxa média anual: 2,56 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: América Setentrional

América Setentrional 11,28 bi US$
Mundo 796 bi US$
Remessas recebidas — América Setentrional, por ano América Setentrional Todos os países CSV XLSX
Ano US$ Variação Variação, %
2023 11,28 bi +1 bi +9,74%
2022 10,28 bi +701 mi +7,32%
2021 9,58 bi +357 mi +3,87%
2020 9,22 bi −685 mi −6,91%
2019 9,91 bi +225 mi +2,32%
2018 9,68 bi +562 mi +6,16%
2017 9,12 bi +55,87 mi +0,62%
2016 9,07 bi −232 mi −2,5%
2015 9,3 bi +108 mi +1,17%
2014 9,19 bi +15,56 mi +0,17%
2013 9,17 bi +426 mi +4,87%
2012 8,75 bi +242 mi +2,84%
2011 8,51 bi +116 mi +1,38%
2010 8,39 bi +108 mi +1,3%
2009 8,28 bi +228 mi +2,83%
2008 8,05 bi +208 mi +2,65%
2007 7,85 bi +510 mi +6,96%
2006 7,34 bi

Sobre o indicador

Remessas pessoais recebidas pelo país: os ganhos de trabalhadores migrantes enviados para casa, mais as transferências entre famílias. Em cerca de vinte países esse fluxo é maior do que qualquer item de exportação e, em alguns, supera um quinto do PIB — ou seja, as remessas se tornam o principal vínculo externo da economia, mais estável do que o investimento direto e do que a assistência externa: em crises elas normalmente não caem, e sim crescem, porque os migrantes ajudam mais as suas famílias.

Importante: Estão contabilizadas apenas as remessas feitas por bancos e por empresas de transferência de dinheiro. O dinheiro em espécie levado pessoalmente não entra na estatística, por isso os volumes reais são maiores — de forma perceptível, segundo as estimativas.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.