Produção de gás natural — todos os países

Produção de gás natural — Iraque

Produção de gás natural no Iraque em 2024 — 10,32 bi m³. Posição 42 no mundo, de um total de 213. Desde 1980, o indicador aumentou 709,6%.

2024 10,32 bi m³ +1% vs 2023
Posição no mundo 42de 213
Máximo do período 10,71 bi m³2019
Mínimo do período 0,51 bi m³1983

Evolução ao longo do tempo

1980–2024 · bilhões de metros cúbicos

Produção de gás natural — Iraque, 1980–202405101519801985199019952000200520102015202020241980: 1,27 bi m³1981: 0,65 bi m³1982: 0,68 bi m³1983: 0,51 bi m³1984: 0,57 bi m³1985: 0,83 bi m³1986: 1,55 bi m³1987: 3,74 bi m³1988: 5,58 bi m³1989: 6,44 bi m³1990: 3,98 bi m³1991: 1,73 bi m³1992: 2,26 bi m³1993: 2,55 bi m³1994: 3,17 bi m³1995: 3,17 bi m³1996: 3,24 bi m³1997: 3,05 bi m³1998: 2,95 bi m³1999: 3,18 bi m³2000: 3,15 bi m³2001: 2,76 bi m³2002: 2,36 bi m³2003: 1,55 bi m³2004: 1 bi m³2005: 1,45 bi m³2006: 1,8 bi m³2007: 4,02 bi m³2008: 6,03 bi m³2009: 6,45 bi m³2010: 6,74 bi m³2011: 5,91 bi m³2012: 5,95 bi m³2013: 6,68 bi m³2014: 7,14 bi m³2015: 6,91 bi m³2016: 9,51 bi m³2017: 9,73 bi m³2018: 10,19 bi m³2019: 10,71 bi m³2020: 7,37 bi m³2021: 9,59 bi m³2022: 9,86 bi m³2023: 10,22 bi m³2024: 10,32 bi m³
Variação no período: +9,05 (+709,64%) Taxa média anual: 4,87 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Iraque

Iraque 10,32 bi m³
Mundo calculado 4.218,35 bi m³
Oriente Médio e Norte da África calculado 915,7 bi m³
Ásia Ocidental calculado 517,25 bi m³
Países de renda média-alta calculado 836,85 bi m³
Produção de gás natural — Iraque, por ano Iraque Todos os países CSV XLSX
Ano bi m³ Variação Variação, %
2024 10,32 +0,1 +1%
2023 10,22 +0,36 +3,65%
2022 9,86 +0,27 +2,82%
2021 9,59 +2,22 +30,12%
2020 7,37 −3,34 −31,19%
2019 10,71 +0,52 +5,07%
2018 10,19 +0,46 +4,73%
2017 9,73 +0,22 +2,31%
2016 9,51 +2,6 +37,6%
2015 6,91 −0,23 −3,22%
2014 7,14 +0,46 +6,88%
2013 6,68 +0,73 +12,26%
2012 5,95 +0,04 +0,68%
2011 5,91 −0,83 −12,31%
2010 6,74 +0,3 +4,61%
2009 6,45 +0,42 +6,9%
2008 6,03 +2,02 +50,19%
2007 4,02 +2,22 +123,07%
2006 1,8 +0,35 +24,14%
2005 1,45 +0,45 +45,69%
2004 1 −0,56 −35,9%
2003 1,55 −0,81 −34,21%
2002 2,36 −0,4 −14,49%
2001 2,76 −0,39 −12,38%
2000 3,15 −0,03 −0,94%
1999 3,18 +0,23 +7,8%
1998 2,95 −0,1 −3,28%
1997 3,05 −0,19 −5,86%
1996 3,24 +0,07 +2,21%
1995 3,17 +0 +0,01%
1994 3,17 +0,62 +24,3%
1993 2,55 +0,29 +12,87%
1992 2,26 +0,53 +30,46%
1991 1,73 −2,25 −56,5%
1990 3,98 −2,46 −38,18%
1989 6,44 +0,86 +15,44%
1988 5,58 +1,84 +49,24%
1987 3,74 +2,19 +141,62%
1986 1,55 +0,72 +87,16%
1985 0,83 +0,26 +45,95%
1984 0,57 +0,06 +11,11%
1983 0,51 −0,17 −25%
1982 0,68 +0,03 +4,35%
1981 0,65 −0,62 −48,92%
1980 1,27

Sobre o indicador

Produção de gás natural comercializável no ano, em bilhões de metros cúbicos. “Comercializável” significa o gás depois da remoção de impurezas e da retirada do condensado — ou seja, aquele que chega ao consumidor, e não o que sai do poço: a diferença entre essas grandezas chega a um quarto em alguns países, porque parte do gás é reinjetada na formação ou queimada em flares. O mercado de gás segue mais preso aos gasodutos que o de petróleo, por isso grandes produtores e grandes consumidores costumam ser vizinhos.

Importante: Gás comercializável, após a remoção de impurezas: o gás reinjetado na formação e o queimado em flares não entram nesta grandeza.

Fonte: Estatísticas energéticas internacionais (EIA), licença Domínio público (obra de órgão federal dos EUA).