Intensidade de carbono da economia — todos os países

Intensidade de carbono da economia — Zimbábue

Intensidade de carbono da economia no Zimbábue em 2022 — 0,472 kg/$. Posição 151 no mundo, de um total de 164. Desde 1950, o indicador caiu 52,7%.

2022 0,472 kg/$ +15,97% vs 2021
Posição no mundo 151de 164
Máximo do período 1,27 kg/$1955
Mínimo do período 0,366 kg/$2020

Evolução ao longo do tempo

1950–2022 · kg de CO₂ por dólar PPC

Intensidade de carbono da economia — Zimbábue, 1950–202200,511,519501958196619741982199019982006201420221950: 0,998 kg/$1952: 1,109 kg/$1954: 1,161 kg/$1956: 1,211 kg/$1958: 1,028 kg/$1960: 0,991 kg/$1962: 0,763 kg/$1964: 0,648 kg/$1966: 0,811 kg/$1968: 0,775 kg/$1970: 0,724 kg/$1972: 0,618 kg/$1974: 0,644 kg/$1976: 0,772 kg/$1978: 0,698 kg/$1980: 0,65 kg/$1982: 0,513 kg/$1984: 0,58 kg/$1986: 0,699 kg/$1988: 0,793 kg/$1990: 0,708 kg/$1992: 0,79 kg/$1994: 0,741 kg/$1996: 0,57 kg/$1998: 0,505 kg/$2000: 0,516 kg/$2002: 0,478 kg/$2004: 0,476 kg/$2006: 0,574 kg/$2008: 0,513 kg/$2010: 0,489 kg/$2012: 0,493 kg/$2014: 0,502 kg/$2016: 0,435 kg/$2018: 0,418 kg/$2020: 0,366 kg/$2022: 0,472 kg/$
Variação no período: −0,526 (−52,71%) Taxa média anual: -1,03 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Zimbábue

Zimbábue 0,472 kg/$
Mundo calculado 0,273 kg/$
África Subsaariana calculado 0,202 kg/$
África Oriental calculado 0,122 kg/$
Países de renda média-baixa calculado 0,246 kg/$
Intensidade de carbono da economia — Zimbábue, por ano Zimbábue Todos os países CSV XLSX
Ano kg/$ Variação Variação, %
2022 0,472 +0,065 +15,97%
2021 0,407 +0,041 +11,2%
2020 0,366 −0,042 −10,29%
2019 0,408 −0,01 −2,39%
2018 0,418 +0,034 +8,85%
2017 0,384 −0,051 −11,72%
2016 0,435 −0,061 −12,3%
2015 0,496 −0,006 −1,2%
2014 0,502 +0 +0%
2013 0,502 +0,009 +1,83%
2012 0,493 −0,037 −6,98%
2011 0,53 +0,041 +8,38%
2010 0,489 −0,018 −3,55%
2009 0,507 −0,006 −1,17%
2008 0,513 −0,04 −7,23%
2007 0,553 −0,021 −3,66%
2006 0,574 −0,006 −1,03%
2005 0,58 +0,104 +21,85%
2004 0,476 −0,03 −5,93%
2003 0,506 +0,028 +5,86%
2002 0,478 +0,011 +2,36%
2001 0,467 −0,049 −9,5%
2000 0,516 −0,049 −8,67%
1999 0,565 +0,06 +11,88%
1998 0,505 −0,01 −1,94%
1997 0,515 −0,055 −9,65%
1996 0,57 −0,067 −10,52%
1995 0,637 −0,104 −14,04%
1994 0,741 −0,008 −1,07%
1993 0,749 −0,041 −5,19%
1992 0,79 +0,122 +18,26%
1991 0,668 −0,04 −5,65%
1990 0,708 −0,041 −5,47%
1989 0,749 −0,044 −5,55%
1988 0,793 −0,028 −3,41%
1987 0,821 +0,122 +17,45%
1986 0,699 +0,138 +24,6%
1985 0,561 −0,019 −3,28%
1984 0,58 −0,02 −3,33%
1983 0,6 +0,087 +16,96%
1982 0,513 −0,051 −9,04%
1981 0,564 −0,086 −13,23%
1980 0,65 −0,06 −8,45%
1979 0,71 +0,012 +1,72%
1978 0,698 −0,02 −2,79%
1977 0,718 −0,054 −6,99%
1976 0,772 +0,186 +31,74%
1975 0,586 −0,058 −9,01%
1974 0,644 −0,033 −4,87%
1973 0,677 +0,059 +9,55%
1972 0,618 −0,094 −13,2%
1971 0,712 −0,012 −1,66%
1970 0,724 −0,004 −0,55%
1969 0,728 −0,047 −6,06%
1968 0,775 +0,12 +18,32%
1967 0,655 −0,156 −19,24%
1966 0,811 +0,102 +14,39%
1965 0,709 +0,061 +9,41%
1964 0,648 −0,094 −12,67%
1963 0,742 −0,021 −2,75%
1962 0,763 −0,039 −4,86%
1961 0,802 −0,189 −19,07%
1960 0,991 −0,097 −8,92%
1959 1,088 +0,06 +5,84%
1958 1,028 −0,137 −11,76%
1957 1,165 −0,046 −3,8%
1956 1,211 −0,059 −4,65%
1955 1,27 +0,109 +9,39%
1954 1,161 +0,049 +4,41%
1953 1,112 +0,003 +0,27%
1952 1,109 +0,077 +7,46%
1951 1,032 +0,034 +3,41%
1950 0,998

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono por unidade de produto interno bruto em paridade do poder de compra. O indicador responde à pergunta de quão limpo o país produz valor e separa dois caminhos distintos de redução das emissões: reduzir a produção e reduzir as emissões por unidade de produção. A intensidade de carbono mundial cai de forma quase contínua desde os anos 1970, mas mais devagar do que cresce a produção — por isso as emissões absolutas continuaram subindo.

Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pelo PIB em PPC, o que equivale exatamente à soma das emissões dividida pela soma do PIB. A conversão é pela PPC, e não pela taxa de câmbio de mercado — de outro modo os países pobres pareceriam intensivos em carbono apenas por causa dos preços baixos.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.