Intensidade de carbono da economia — todos os países

Intensidade de carbono da economia — Seicheles

Intensidade de carbono da economia nas Seicheles em 2022 — 0,206 kg/$. Posição 90 no mundo, de um total de 164. Desde 1963, o indicador aumentou 329,2%.

2022 0,206 kg/$ −0,96% vs 2021
Posição no mundo 90de 164
Máximo do período 0,434 kg/$1987
Mínimo do período 0,041 kg/$1968

Evolução ao longo do tempo

1963–2022 · kg de CO₂ por dólar PPC

Intensidade de carbono da economia — Seicheles, 1963–202200,20,40,6196319691975198119871993199920052011201720221963: 0,048 kg/$1964: 0,046 kg/$1965: 0,046 kg/$1966: 0,045 kg/$1967: 0,045 kg/$1968: 0,041 kg/$1969: 0,041 kg/$1970: 0,153 kg/$1971: 0,148 kg/$1972: 0,186 kg/$1973: 0,184 kg/$1974: 0,213 kg/$1975: 0,217 kg/$1976: 0,257 kg/$1977: 0,248 kg/$1978: 0,21 kg/$1979: 0,286 kg/$1980: 0,232 kg/$1981: 0,257 kg/$1982: 0,224 kg/$1983: 0,266 kg/$1984: 0,249 kg/$1985: 0,34 kg/$1986: 0,367 kg/$1987: 0,434 kg/$1988: 0,403 kg/$1989: 0,432 kg/$1990: 0,257 kg/$1991: 0,279 kg/$1992: 0,254 kg/$1993: 0,251 kg/$1994: 0,271 kg/$1995: 0,26 kg/$1996: 0,295 kg/$1997: 0,292 kg/$1998: 0,272 kg/$1999: 0,274 kg/$2000: 0,281 kg/$2001: 0,3 kg/$2002: 0,295 kg/$2003: 0,3 kg/$2004: 0,331 kg/$2005: 0,299 kg/$2006: 0,269 kg/$2007: 0,249 kg/$2008: 0,255 kg/$2009: 0,272 kg/$2010: 0,248 kg/$2011: 0,21 kg/$2012: 0,21 kg/$2013: 0,198 kg/$2014: 0,205 kg/$2015: 0,211 kg/$2016: 0,208 kg/$2017: 0,204 kg/$2018: 0,2 kg/$2019: 0,188 kg/$2020: 0,208 kg/$2021: 0,208 kg/$2022: 0,206 kg/$
Variação no período: +0,158 (+329,17%) Taxa média anual: 2,5 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Seicheles

Seicheles 0,206 kg/$
Mundo calculado 0,273 kg/$
África Subsaariana calculado 0,202 kg/$
África Oriental calculado 0,122 kg/$
Intensidade de carbono da economia — Seicheles, por ano Seicheles Todos os países CSV XLSX
Ano kg/$ Variação Variação, %
2022 0,206 −0,002 −0,96%
2021 0,208 +0 +0%
2020 0,208 +0,02 +10,64%
2019 0,188 −0,012 −6%
2018 0,2 −0,004 −1,96%
2017 0,204 −0,004 −1,92%
2016 0,208 −0,003 −1,42%
2015 0,211 +0,006 +2,93%
2014 0,205 +0,007 +3,54%
2013 0,198 −0,012 −5,71%
2012 0,21 +0 +0%
2011 0,21 −0,038 −15,32%
2010 0,248 −0,024 −8,82%
2009 0,272 +0,017 +6,67%
2008 0,255 +0,006 +2,41%
2007 0,249 −0,02 −7,43%
2006 0,269 −0,03 −10,03%
2005 0,299 −0,032 −9,67%
2004 0,331 +0,031 +10,33%
2003 0,3 +0,005 +1,69%
2002 0,295 −0,005 −1,67%
2001 0,3 +0,019 +6,76%
2000 0,281 +0,007 +2,55%
1999 0,274 +0,002 +0,74%
1998 0,272 −0,02 −6,85%
1997 0,292 −0,003 −1,02%
1996 0,295 +0,035 +13,46%
1995 0,26 −0,011 −4,06%
1994 0,271 +0,02 +7,97%
1993 0,251 −0,003 −1,18%
1992 0,254 −0,025 −8,96%
1991 0,279 +0,022 +8,56%
1990 0,257 −0,175 −40,51%
1989 0,432 +0,029 +7,2%
1988 0,403 −0,031 −7,14%
1987 0,434 +0,067 +18,26%
1986 0,367 +0,027 +7,94%
1985 0,34 +0,091 +36,55%
1984 0,249 −0,017 −6,39%
1983 0,266 +0,042 +18,75%
1982 0,224 −0,033 −12,84%
1981 0,257 +0,025 +10,78%
1980 0,232 −0,054 −18,88%
1979 0,286 +0,076 +36,19%
1978 0,21 −0,038 −15,32%
1977 0,248 −0,009 −3,5%
1976 0,257 +0,04 +18,43%
1975 0,217 +0,004 +1,88%
1974 0,213 +0,029 +15,76%
1973 0,184 −0,002 −1,08%
1972 0,186 +0,038 +25,68%
1971 0,148 −0,005 −3,27%
1970 0,153 +0,112 +273,17%
1969 0,041 +0 +0%
1968 0,041 −0,004 −8,89%
1967 0,045 +0 +0%
1966 0,045 −0,001 −2,17%
1965 0,046 +0 +0%
1964 0,046 −0,002 −4,17%
1963 0,048

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono por unidade de produto interno bruto em paridade do poder de compra. O indicador responde à pergunta de quão limpo o país produz valor e separa dois caminhos distintos de redução das emissões: reduzir a produção e reduzir as emissões por unidade de produção. A intensidade de carbono mundial cai de forma quase contínua desde os anos 1970, mas mais devagar do que cresce a produção — por isso as emissões absolutas continuaram subindo.

Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pelo PIB em PPC, o que equivale exatamente à soma das emissões dividida pela soma do PIB. A conversão é pela PPC, e não pela taxa de câmbio de mercado — de outro modo os países pobres pareceriam intensivos em carbono apenas por causa dos preços baixos.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.