Intensidade de carbono da economia — todos os países

Intensidade de carbono da economia — Ucrânia

Intensidade de carbono da economia na Ucrânia em 2022 — 0,463 kg/$. Posição 150 no mundo, de um total de 164. Desde 1973, o indicador caiu 66,9%.

2022 0,463 kg/$ −2,53% vs 2021
Posição no mundo 150de 164
Máximo do período 1,591 kg/$1980
Mínimo do período 0,463 kg/$2022

Evolução ao longo do tempo

1973–2022 · kg de CO₂ por dólar PPC

Intensidade de carbono da economia — Ucrânia, 1973–202200,511,52197319781983198819931998200320082013201820221973: 1,399 kg/$1980: 1,591 kg/$1981: 1,514 kg/$1982: 1,497 kg/$1983: 1,455 kg/$1984: 1,433 kg/$1985: 1,555 kg/$1986: 1,541 kg/$1987: 1,486 kg/$1988: 1,458 kg/$1989: 1,317 kg/$1990: 1,425 kg/$1991: 1,375 kg/$1992: 1,398 kg/$1993: 1,388 kg/$1994: 1,455 kg/$1995: 1,515 kg/$1996: 1,493 kg/$1997: 1,466 kg/$1998: 1,419 kg/$1999: 1,27 kg/$2000: 1,128 kg/$2001: 1,081 kg/$2002: 0,983 kg/$2003: 0,916 kg/$2004: 0,815 kg/$2005: 0,785 kg/$2006: 0,763 kg/$2007: 0,701 kg/$2008: 0,652 kg/$2009: 0,644 kg/$2010: 0,67 kg/$2011: 0,654 kg/$2012: 0,645 kg/$2013: 0,63 kg/$2014: 0,584 kg/$2015: 0,562 kg/$2016: 0,574 kg/$2017: 0,535 kg/$2018: 0,537 kg/$2019: 0,499 kg/$2020: 0,483 kg/$2021: 0,475 kg/$2022: 0,463 kg/$
Variação no período: −0,936 (−66,9%) Taxa média anual: -2,23 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Ucrânia

Ucrânia 0,463 kg/$
Mundo calculado 0,273 kg/$
Europa e Ásia Central calculado 0,212 kg/$
Europa Oriental calculado 0,365 kg/$
Países de renda média-baixa calculado 0,246 kg/$
Intensidade de carbono da economia — Ucrânia, por ano Ucrânia Todos os países CSV XLSX
Ano kg/$ Variação Variação, %
2022 0,463 −0,012 −2,53%
2021 0,475 −0,008 −1,66%
2020 0,483 −0,016 −3,21%
2019 0,499 −0,038 −7,08%
2018 0,537 +0,002 +0,37%
2017 0,535 −0,039 −6,79%
2016 0,574 +0,012 +2,14%
2015 0,562 −0,022 −3,77%
2014 0,584 −0,046 −7,3%
2013 0,63 −0,015 −2,33%
2012 0,645 −0,009 −1,38%
2011 0,654 −0,016 −2,39%
2010 0,67 +0,026 +4,04%
2009 0,644 −0,008 −1,23%
2008 0,652 −0,049 −6,99%
2007 0,701 −0,062 −8,13%
2006 0,763 −0,022 −2,8%
2005 0,785 −0,03 −3,68%
2004 0,815 −0,101 −11,03%
2003 0,916 −0,067 −6,82%
2002 0,983 −0,098 −9,07%
2001 1,081 −0,047 −4,17%
2000 1,128 −0,142 −11,18%
1999 1,27 −0,149 −10,5%
1998 1,419 −0,047 −3,21%
1997 1,466 −0,027 −1,81%
1996 1,493 −0,022 −1,45%
1995 1,515 +0,06 +4,12%
1994 1,455 +0,067 +4,83%
1993 1,388 −0,01 −0,72%
1992 1,398 +0,023 +1,67%
1991 1,375 −0,05 −3,51%
1990 1,425 +0,108 +8,2%
1989 1,317 −0,141 −9,67%
1988 1,458 −0,028 −1,88%
1987 1,486 −0,055 −3,57%
1986 1,541 −0,014 −0,9%
1985 1,555 +0,122 +8,51%
1984 1,433 −0,022 −1,51%
1983 1,455 −0,042 −2,81%
1982 1,497 −0,017 −1,12%
1981 1,514 −0,077 −4,84%
1980 1,591
1973 1,399

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono por unidade de produto interno bruto em paridade do poder de compra. O indicador responde à pergunta de quão limpo o país produz valor e separa dois caminhos distintos de redução das emissões: reduzir a produção e reduzir as emissões por unidade de produção. A intensidade de carbono mundial cai de forma quase contínua desde os anos 1970, mas mais devagar do que cresce a produção — por isso as emissões absolutas continuaram subindo.

Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pelo PIB em PPC, o que equivale exatamente à soma das emissões dividida pela soma do PIB. A conversão é pela PPC, e não pela taxa de câmbio de mercado — de outro modo os países pobres pareceriam intensivos em carbono apenas por causa dos preços baixos.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.