Intensidade de carbono da economia — todos os países

Intensidade de carbono da economia — Moldávia

Intensidade de carbono da economia na Moldávia em 2022 — 0,217 kg/$. Posição 96 no mundo, de um total de 164. Desde 1973, o indicador caiu 75,7%.

2022 0,217 kg/$ −4,82% vs 2021
Posição no mundo 96de 164
Máximo do período 1,029 kg/$1985
Mínimo do período 0,217 kg/$2022

Evolução ao longo do tempo

1973–2022 · kg de CO₂ por dólar PPC

Intensidade de carbono da economia — Moldávia, 1973–202200,511,5197319781983198819931998200320082013201820221973: 0,892 kg/$1980: 1,002 kg/$1981: 0,93 kg/$1982: 0,894 kg/$1983: 0,871 kg/$1984: 0,861 kg/$1985: 1,029 kg/$1986: 0,941 kg/$1987: 0,903 kg/$1988: 0,935 kg/$1989: 0,85 kg/$1990: 0,845 kg/$1991: 0,846 kg/$1992: 0,859 kg/$1993: 0,669 kg/$1994: 0,773 kg/$1995: 0,733 kg/$1996: 0,812 kg/$1997: 0,508 kg/$1998: 0,488 kg/$1999: 0,374 kg/$2000: 0,285 kg/$2001: 0,289 kg/$2002: 0,292 kg/$2003: 0,303 kg/$2004: 0,301 kg/$2005: 0,306 kg/$2006: 0,302 kg/$2007: 0,296 kg/$2008: 0,291 kg/$2009: 0,276 kg/$2010: 0,279 kg/$2011: 0,273 kg/$2012: 0,264 kg/$2013: 0,249 kg/$2014: 0,23 kg/$2015: 0,232 kg/$2016: 0,228 kg/$2017: 0,227 kg/$2018: 0,23 kg/$2019: 0,223 kg/$2020: 0,231 kg/$2021: 0,228 kg/$2022: 0,217 kg/$
Variação no período: −0,675 (−75,67%) Taxa média anual: -2,84 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Moldávia

Moldávia 0,217 kg/$
Mundo calculado 0,273 kg/$
Europa e Ásia Central calculado 0,212 kg/$
Europa Oriental calculado 0,365 kg/$
Países de renda média-alta calculado 0,349 kg/$
Intensidade de carbono da economia — Moldávia, por ano Moldávia Todos os países CSV XLSX
Ano kg/$ Variação Variação, %
2022 0,217 −0,011 −4,82%
2021 0,228 −0,003 −1,3%
2020 0,231 +0,008 +3,59%
2019 0,223 −0,007 −3,04%
2018 0,23 +0,003 +1,32%
2017 0,227 −0,001 −0,44%
2016 0,228 −0,004 −1,72%
2015 0,232 +0,002 +0,87%
2014 0,23 −0,019 −7,63%
2013 0,249 −0,015 −5,68%
2012 0,264 −0,009 −3,3%
2011 0,273 −0,006 −2,15%
2010 0,279 +0,003 +1,09%
2009 0,276 −0,015 −5,15%
2008 0,291 −0,005 −1,69%
2007 0,296 −0,006 −1,99%
2006 0,302 −0,004 −1,31%
2005 0,306 +0,005 +1,66%
2004 0,301 −0,002 −0,66%
2003 0,303 +0,011 +3,77%
2002 0,292 +0,003 +1,04%
2001 0,289 +0,004 +1,4%
2000 0,285 −0,089 −23,8%
1999 0,374 −0,114 −23,36%
1998 0,488 −0,02 −3,94%
1997 0,508 −0,304 −37,44%
1996 0,812 +0,079 +10,78%
1995 0,733 −0,04 −5,17%
1994 0,773 +0,104 +15,55%
1993 0,669 −0,19 −22,12%
1992 0,859 +0,013 +1,54%
1991 0,846 +0,001 +0,12%
1990 0,845 −0,005 −0,59%
1989 0,85 −0,085 −9,09%
1988 0,935 +0,032 +3,54%
1987 0,903 −0,038 −4,04%
1986 0,941 −0,088 −8,55%
1985 1,029 +0,168 +19,51%
1984 0,861 −0,01 −1,15%
1983 0,871 −0,023 −2,57%
1982 0,894 −0,036 −3,87%
1981 0,93 −0,072 −7,19%
1980 1,002
1973 0,892

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono por unidade de produto interno bruto em paridade do poder de compra. O indicador responde à pergunta de quão limpo o país produz valor e separa dois caminhos distintos de redução das emissões: reduzir a produção e reduzir as emissões por unidade de produção. A intensidade de carbono mundial cai de forma quase contínua desde os anos 1970, mas mais devagar do que cresce a produção — por isso as emissões absolutas continuaram subindo.

Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pelo PIB em PPC, o que equivale exatamente à soma das emissões dividida pela soma do PIB. A conversão é pela PPC, e não pela taxa de câmbio de mercado — de outro modo os países pobres pareceriam intensivos em carbono apenas por causa dos preços baixos.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.