Intensidade de carbono da economia — todos os países

Intensidade de carbono da economia — Lituânia

Intensidade de carbono da economia na Lituânia em 2022 — 0,152 kg/$. Posição 50 no mundo, de um total de 164. Desde 1973, o indicador caiu 79,1%.

2022 0,152 kg/$ −8,43% vs 2021
Posição no mundo 50de 164
Máximo do período 0,85 kg/$1985
Mínimo do período 0,152 kg/$2022

Evolução ao longo do tempo

1973–2022 · kg de CO₂ por dólar PPC

Intensidade de carbono da economia — Lituânia, 1973–202200,250,50,751197319781983198819931998200320082013201820221973: 0,729 kg/$1980: 0,837 kg/$1981: 0,788 kg/$1982: 0,769 kg/$1983: 0,771 kg/$1984: 0,767 kg/$1985: 0,85 kg/$1986: 0,729 kg/$1987: 0,714 kg/$1988: 0,668 kg/$1989: 0,681 kg/$1990: 0,7 kg/$1991: 0,791 kg/$1992: 0,57 kg/$1993: 0,531 kg/$1994: 0,57 kg/$1995: 0,515 kg/$1996: 0,512 kg/$1997: 0,456 kg/$1998: 0,448 kg/$1999: 0,381 kg/$2000: 0,323 kg/$2001: 0,322 kg/$2002: 0,304 kg/$2003: 0,275 kg/$2004: 0,27 kg/$2005: 0,262 kg/$2006: 0,25 kg/$2007: 0,245 kg/$2008: 0,23 kg/$2009: 0,233 kg/$2010: 0,246 kg/$2011: 0,235 kg/$2012: 0,228 kg/$2013: 0,206 kg/$2014: 0,194 kg/$2015: 0,193 kg/$2016: 0,189 kg/$2017: 0,184 kg/$2018: 0,179 kg/$2019: 0,174 kg/$2020: 0,172 kg/$2021: 0,166 kg/$2022: 0,152 kg/$
Variação no período: −0,577 (−79,15%) Taxa média anual: -3,15 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Lituânia

Lituânia 0,152 kg/$
Mundo calculado 0,273 kg/$
Europa e Ásia Central calculado 0,212 kg/$
Europa do Norte calculado 0,115 kg/$
Intensidade de carbono da economia — Lituânia, por ano Lituânia Todos os países CSV XLSX
Ano kg/$ Variação Variação, %
2022 0,152 −0,014 −8,43%
2021 0,166 −0,006 −3,49%
2020 0,172 −0,002 −1,15%
2019 0,174 −0,005 −2,79%
2018 0,179 −0,005 −2,72%
2017 0,184 −0,005 −2,65%
2016 0,189 −0,004 −2,07%
2015 0,193 −0,001 −0,52%
2014 0,194 −0,012 −5,83%
2013 0,206 −0,022 −9,65%
2012 0,228 −0,007 −2,98%
2011 0,235 −0,011 −4,47%
2010 0,246 +0,013 +5,58%
2009 0,233 +0,003 +1,3%
2008 0,23 −0,015 −6,12%
2007 0,245 −0,005 −2%
2006 0,25 −0,012 −4,58%
2005 0,262 −0,008 −2,96%
2004 0,27 −0,005 −1,82%
2003 0,275 −0,029 −9,54%
2002 0,304 −0,018 −5,59%
2001 0,322 −0,001 −0,31%
2000 0,323 −0,058 −15,22%
1999 0,381 −0,067 −14,96%
1998 0,448 −0,008 −1,75%
1997 0,456 −0,056 −10,94%
1996 0,512 −0,003 −0,58%
1995 0,515 −0,055 −9,65%
1994 0,57 +0,039 +7,34%
1993 0,531 −0,039 −6,84%
1992 0,57 −0,221 −27,94%
1991 0,791 +0,091 +13%
1990 0,7 +0,019 +2,79%
1989 0,681 +0,013 +1,95%
1988 0,668 −0,046 −6,44%
1987 0,714 −0,015 −2,06%
1986 0,729 −0,121 −14,24%
1985 0,85 +0,083 +10,82%
1984 0,767 −0,004 −0,52%
1983 0,771 +0,002 +0,26%
1982 0,769 −0,019 −2,41%
1981 0,788 −0,049 −5,85%
1980 0,837
1973 0,729

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono por unidade de produto interno bruto em paridade do poder de compra. O indicador responde à pergunta de quão limpo o país produz valor e separa dois caminhos distintos de redução das emissões: reduzir a produção e reduzir as emissões por unidade de produção. A intensidade de carbono mundial cai de forma quase contínua desde os anos 1970, mas mais devagar do que cresce a produção — por isso as emissões absolutas continuaram subindo.

Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pelo PIB em PPC, o que equivale exatamente à soma das emissões dividida pela soma do PIB. A conversão é pela PPC, e não pela taxa de câmbio de mercado — de outro modo os países pobres pareceriam intensivos em carbono apenas por causa dos preços baixos.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.