Intensidade de carbono da economia — todos os países

Intensidade de carbono da economia — Letônia

Intensidade de carbono da economia na Letônia em 2022 — 0,129 kg/$. Posição 37 no mundo, de um total de 164. Desde 1973, o indicador caiu 78,7%.

2022 0,129 kg/$ −10,42% vs 2021
Posição no mundo 37de 164
Máximo do período 0,694 kg/$1985
Mínimo do período 0,129 kg/$2022

Evolução ao longo do tempo

1973–2022 · kg de CO₂ por dólar PPC

Intensidade de carbono da economia — Letônia, 1973–202200,20,40,60,8197319781983198819931998200320082013201820221973: 0,607 kg/$1980: 0,675 kg/$1981: 0,648 kg/$1982: 0,646 kg/$1983: 0,643 kg/$1984: 0,63 kg/$1985: 0,694 kg/$1986: 0,618 kg/$1987: 0,507 kg/$1988: 0,476 kg/$1989: 0,43 kg/$1990: 0,467 kg/$1991: 0,491 kg/$1992: 0,577 kg/$1993: 0,552 kg/$1994: 0,473 kg/$1995: 0,423 kg/$1996: 0,42 kg/$1997: 0,366 kg/$1998: 0,331 kg/$1999: 0,302 kg/$2000: 0,265 kg/$2001: 0,265 kg/$2002: 0,251 kg/$2003: 0,239 kg/$2004: 0,223 kg/$2005: 0,205 kg/$2006: 0,196 kg/$2007: 0,187 kg/$2008: 0,185 kg/$2009: 0,198 kg/$2010: 0,238 kg/$2011: 0,206 kg/$2012: 0,186 kg/$2013: 0,178 kg/$2014: 0,17 kg/$2015: 0,166 kg/$2016: 0,161 kg/$2017: 0,156 kg/$2018: 0,163 kg/$2019: 0,155 kg/$2020: 0,145 kg/$2021: 0,144 kg/$2022: 0,129 kg/$
Variação no período: −0,478 (−78,75%) Taxa média anual: -3,11 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Letônia

Letônia 0,129 kg/$
Mundo calculado 0,273 kg/$
Europa e Ásia Central calculado 0,212 kg/$
Europa do Norte calculado 0,115 kg/$
Intensidade de carbono da economia — Letônia, por ano Letônia Todos os países CSV XLSX
Ano kg/$ Variação Variação, %
2022 0,129 −0,015 −10,42%
2021 0,144 −0,001 −0,69%
2020 0,145 −0,01 −6,45%
2019 0,155 −0,008 −4,91%
2018 0,163 +0,007 +4,49%
2017 0,156 −0,005 −3,11%
2016 0,161 −0,005 −3,01%
2015 0,166 −0,004 −2,35%
2014 0,17 −0,008 −4,49%
2013 0,178 −0,008 −4,3%
2012 0,186 −0,02 −9,71%
2011 0,206 −0,032 −13,45%
2010 0,238 +0,04 +20,2%
2009 0,198 +0,013 +7,03%
2008 0,185 −0,002 −1,07%
2007 0,187 −0,009 −4,59%
2006 0,196 −0,009 −4,39%
2005 0,205 −0,018 −8,07%
2004 0,223 −0,016 −6,69%
2003 0,239 −0,012 −4,78%
2002 0,251 −0,014 −5,28%
2001 0,265 +0 +0%
2000 0,265 −0,037 −12,25%
1999 0,302 −0,029 −8,76%
1998 0,331 −0,035 −9,56%
1997 0,366 −0,054 −12,86%
1996 0,42 −0,003 −0,71%
1995 0,423 −0,05 −10,57%
1994 0,473 −0,079 −14,31%
1993 0,552 −0,025 −4,33%
1992 0,577 +0,086 +17,52%
1991 0,491 +0,024 +5,14%
1990 0,467 +0,037 +8,6%
1989 0,43 −0,046 −9,66%
1988 0,476 −0,031 −6,11%
1987 0,507 −0,111 −17,96%
1986 0,618 −0,076 −10,95%
1985 0,694 +0,064 +10,16%
1984 0,63 −0,013 −2,02%
1983 0,643 −0,003 −0,46%
1982 0,646 −0,002 −0,31%
1981 0,648 −0,027 −4%
1980 0,675
1973 0,607

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono por unidade de produto interno bruto em paridade do poder de compra. O indicador responde à pergunta de quão limpo o país produz valor e separa dois caminhos distintos de redução das emissões: reduzir a produção e reduzir as emissões por unidade de produção. A intensidade de carbono mundial cai de forma quase contínua desde os anos 1970, mas mais devagar do que cresce a produção — por isso as emissões absolutas continuaram subindo.

Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pelo PIB em PPC, o que equivale exatamente à soma das emissões dividida pela soma do PIB. A conversão é pela PPC, e não pela taxa de câmbio de mercado — de outro modo os países pobres pareceriam intensivos em carbono apenas por causa dos preços baixos.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.