Intensidade de carbono da economia — todos os países

Intensidade de carbono da economia — Estônia

Intensidade de carbono da economia na Estônia em 2022 — 0,299 kg/$. Posição 124 no mundo, de um total de 164. Desde 1973, o indicador caiu 79%.

2022 0,299 kg/$ +16,8% vs 2021
Posição no mundo 124de 164
Máximo do período 1,579 kg/$1980
Mínimo do período 0,245 kg/$2020

Evolução ao longo do tempo

1973–2022 · kg de CO₂ por dólar PPC

Intensidade de carbono da economia — Estônia, 1973–202200,511,52197319781983198819931998200320082013201820221973: 1,423 kg/$1980: 1,579 kg/$1981: 1,494 kg/$1982: 1,469 kg/$1983: 1,44 kg/$1984: 1,416 kg/$1985: 1,527 kg/$1986: 1,486 kg/$1987: 1,436 kg/$1988: 1,372 kg/$1989: 1,32 kg/$1990: 1,364 kg/$1991: 1,426 kg/$1992: 1,209 kg/$1993: 1,067 kg/$1994: 1,131 kg/$1995: 0,969 kg/$1996: 0,987 kg/$1997: 0,882 kg/$1998: 0,78 kg/$1999: 0,754 kg/$2000: 0,658 kg/$2001: 0,645 kg/$2002: 0,598 kg/$2003: 0,635 kg/$2004: 0,61 kg/$2005: 0,559 kg/$2006: 0,496 kg/$2007: 0,568 kg/$2008: 0,545 kg/$2009: 0,526 kg/$2010: 0,687 kg/$2011: 0,649 kg/$2012: 0,589 kg/$2013: 0,642 kg/$2014: 0,596 kg/$2015: 0,491 kg/$2016: 0,526 kg/$2017: 0,531 kg/$2018: 0,49 kg/$2019: 0,326 kg/$2020: 0,245 kg/$2021: 0,256 kg/$2022: 0,299 kg/$
Variação no período: −1,124 (−78,99%) Taxa média anual: -3,13 %

Comparação, 2022

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Estônia

Estônia 0,299 kg/$
Mundo calculado 0,273 kg/$
Europa e Ásia Central calculado 0,212 kg/$
Europa do Norte calculado 0,115 kg/$
Intensidade de carbono da economia — Estônia, por ano Estônia Todos os países CSV XLSX
Ano kg/$ Variação Variação, %
2022 0,299 +0,043 +16,8%
2021 0,256 +0,011 +4,49%
2020 0,245 −0,081 −24,85%
2019 0,326 −0,164 −33,47%
2018 0,49 −0,041 −7,72%
2017 0,531 +0,005 +0,95%
2016 0,526 +0,035 +7,13%
2015 0,491 −0,105 −17,62%
2014 0,596 −0,046 −7,17%
2013 0,642 +0,053 +9%
2012 0,589 −0,06 −9,24%
2011 0,649 −0,038 −5,53%
2010 0,687 +0,161 +30,61%
2009 0,526 −0,019 −3,49%
2008 0,545 −0,023 −4,05%
2007 0,568 +0,072 +14,52%
2006 0,496 −0,063 −11,27%
2005 0,559 −0,051 −8,36%
2004 0,61 −0,025 −3,94%
2003 0,635 +0,037 +6,19%
2002 0,598 −0,047 −7,29%
2001 0,645 −0,013 −1,98%
2000 0,658 −0,096 −12,73%
1999 0,754 −0,026 −3,33%
1998 0,78 −0,102 −11,56%
1997 0,882 −0,105 −10,64%
1996 0,987 +0,018 +1,86%
1995 0,969 −0,162 −14,32%
1994 1,131 +0,064 +6%
1993 1,067 −0,142 −11,75%
1992 1,209 −0,217 −15,22%
1991 1,426 +0,062 +4,55%
1990 1,364 +0,044 +3,33%
1989 1,32 −0,052 −3,79%
1988 1,372 −0,064 −4,46%
1987 1,436 −0,05 −3,36%
1986 1,486 −0,041 −2,69%
1985 1,527 +0,111 +7,84%
1984 1,416 −0,024 −1,67%
1983 1,44 −0,029 −1,97%
1982 1,469 −0,025 −1,67%
1981 1,494 −0,085 −5,38%
1980 1,579
1973 1,423

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono por unidade de produto interno bruto em paridade do poder de compra. O indicador responde à pergunta de quão limpo o país produz valor e separa dois caminhos distintos de redução das emissões: reduzir a produção e reduzir as emissões por unidade de produção. A intensidade de carbono mundial cai de forma quase contínua desde os anos 1970, mas mais devagar do que cresce a produção — por isso as emissões absolutas continuaram subindo.

Importante: O agregado por grupos de países é ponderado pelo PIB em PPC, o que equivale exatamente à soma das emissões dividida pela soma do PIB. A conversão é pela PPC, e não pela taxa de câmbio de mercado — de outro modo os países pobres pareceriam intensivos em carbono apenas por causa dos preços baixos.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.