Emissões de CO₂ do gás — todos os países

Emissões de CO₂ do gás — América do Sul

Emissões de CO₂ do gás na América do Sul em 2024 — 263,16 Mt. Desde 1946, o indicador aumentou 6.527%.

2024 263,16 Mt +5,19% vs 2023
Posição no mundo
Máximo do período 279,47 Mt2015
Mínimo do período 3,97 Mt1946

Evolução ao longo do tempo

1946–2024 · milhões de toneladas

Emissões de CO₂ do gás — América do Sul, 1946–20240100200300194619541962197019781986199420022010201820241946: 3,97 Mt1947: 4,57 Mt1948: 4,05 Mt1949: 4,55 Mt1998: 152,91 Mt1999: 155,25 Mt2000: 166,64 Mt2001: 165,68 Mt2002: 180,43 Mt2003: 185,49 Mt2004: 208,84 Mt2005: 204,31 Mt2006: 209,67 Mt2007: 210,72 Mt2008: 221,79 Mt2009: 214,76 Mt2010: 241,45 Mt2011: 244,3 Mt2012: 262,34 Mt2013: 266,53 Mt2014: 278,84 Mt2015: 279,47 Mt2016: 274,94 Mt2017: 272,44 Mt2018: 263,89 Mt2019: 258,66 Mt2020: 229,78 Mt2021: 266,97 Mt2022: 252,41 Mt2023: 250,17 Mt2024: 263,16 Mt
Variação no período: +259,19 (+6.527,05%) Taxa média anual: 5,52 %
Emissões de CO₂ do gás — América do Sul, por ano América do Sul Todos os países CSV XLSX
Ano Mt Variação Variação, %
2024 263,16 +12,99 +5,19%
2023 250,17 −2,24 −0,89%
2022 252,41 −14,55 −5,45%
2021 266,97 +37,19 +16,18%
2020 229,78 −28,89 −11,17%
2019 258,66 −5,23 −1,98%
2018 263,89 −8,54 −3,14%
2017 272,44 −2,51 −0,91%
2016 274,94 −4,53 −1,62%
2015 279,47 +0,63 +0,23%
2014 278,84 +12,31 +4,62%
2013 266,53 +4,19 +1,6%
2012 262,34 +18,04 +7,38%
2011 244,3 +2,86 +1,18%
2010 241,45 +26,69 +12,43%
2009 214,76 −7,04 −3,17%
2008 221,79 +11,08 +5,26%
2007 210,72 +1,05 +0,5%
2006 209,67 +5,36 +2,62%
2005 204,31 −4,53 −2,17%
2004 208,84 +23,34 +12,58%
2003 185,49 +5,07 +2,81%
2002 180,43 +14,75 +8,9%
2001 165,68 −0,96 −0,58%
2000 166,64 +11,39 +7,34%
1999 155,25 +2,34 +1,53%
1998 152,91
1949 4,55 +0,5 +12,38%
1948 4,05 −0,52 −11,39%
1947 4,57 +0,6 +14,98%
1946 3,97

Sobre o indicador

Emissões de dióxido de carbono pela queima de gás natural. Por unidade de energia o gás gera cerca da metade do CO₂ do carvão, e nisso se apoia o argumento do gás como combustível de transição. O argumento, porém, é incompleto: os vazamentos de metano na extração e no transporte consomem parcial ou totalmente o ganho, e o metano não entra nesta série — está contabilizado em separado.

Importante: Apenas a queima. Os vazamentos de metano na extração e no transporte não entram nesta série, embora sejam justamente eles que determinam o quanto o gás é de fato mais limpo que o carvão.

Fonte: CO₂ and GHG Emissions (Our World in Data), licença CC BY 4.0.