Perdas nas redes elétricas — todos os países

Perdas nas redes elétricas — Iraque

Perdas nas redes elétricas no Iraque em 2023 — 61,81%. Posição 148 no mundo, de um total de 148. Desde 1990, o indicador aumentou 56,81 p.p..

2023 61,81% +2,56 p.p. vs 2022
Posição no mundo 148de 148
Máximo do período 66,97%2019
Mínimo do período 3,82%1995

Evolução ao longo do tempo

1990–2023 · % da geração

Perdas nas redes elétricas — Iraque, 1990–20230204060801990199419982002200620102014201820221990: 5%1991: 5,77%1992: 4,68%1993: 4,44%1994: 4,11%1995: 3,82%1996: 4,77%1997: 3,89%1998: 5,77%1999: 7,61%2000: 8,59%2001: 6,87%2002: 6,87%2003: 5,88%2004: 6,12%2005: 30%2006: 28,27%2007: 40,93%2008: 48,86%2009: 48,68%2010: 35,9%2011: 38,51%2012: 43,02%2013: 39,83%2014: 50,59%2015: 65,09%2016: 58,18%2017: 58,54%2018: 63,67%2019: 66,97%2020: 63,95%2021: 56,69%2022: 59,25%2023: 61,81%
Variação no período: +56,81 p.p. Média anual: 1,72 p.p.

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Iraque

Iraque 61,81%
Mundo 6,95%
Ásia Ocidental calculado 13,29%
Perdas nas redes elétricas — Iraque, por ano Iraque Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2023 61,81 +2,56 p.p.
2022 59,25 +2,56 p.p.
2021 56,69 −7,26 p.p.
2020 63,95 −3,03 p.p.
2019 66,97 +3,31 p.p.
2018 63,67 +5,13 p.p.
2017 58,54 +0,36 p.p.
2016 58,18 −6,91 p.p.
2015 65,09 +14,51 p.p.
2014 50,59 +10,76 p.p.
2013 39,83 −3,19 p.p.
2012 43,02 +4,51 p.p.
2011 38,51 +2,61 p.p.
2010 35,9 −12,78 p.p.
2009 48,68 −0,17 p.p.
2008 48,86 +7,92 p.p.
2007 40,93 +12,67 p.p.
2006 28,27 −1,73 p.p.
2005 30 +23,88 p.p.
2004 6,12 +0,24 p.p.
2003 5,88 −0,99 p.p.
2002 6,87 −0 p.p.
2001 6,87 −1,72 p.p.
2000 8,59 +0,98 p.p.
1999 7,61 +1,85 p.p.
1998 5,77 +1,88 p.p.
1997 3,89 −0,89 p.p.
1996 4,77 +0,95 p.p.
1995 3,82 −0,29 p.p.
1994 4,11 −0,33 p.p.
1993 4,44 −0,24 p.p.
1992 4,68 −1,09 p.p.
1991 5,77 +0,77 p.p.
1990 5

Sobre o indicador

Perdas de eletricidade na transmissão e na distribuição, em porcentagem da geração. Entram na grandeza tanto as perdas físicas em cabos e transformadores quanto as chamadas perdas comerciais — consumo não medido, ligações clandestinas, contas não pagas. A estatística não permite separá-las, e é justamente por isso que o indicador serve de medida indireta do estado do sistema de redes: as perdas físicas em uma rede em bom estado raramente passam de oito por cento, e valores acima de vinte quase sempre significam problemas de medição e de cobrança.

Importante: Perdas técnicas e comerciais juntas; a fonte não permite separá-las. Os agregados são ponderados pela geração em terawatts-hora e calculados desde 2000.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.