Perdas nas redes elétricas — todos os países

Perdas nas redes elétricas — Iêmen

Perdas nas redes elétricas no Iêmen em 2023 — 31,19%. Posição 142 no mundo, de um total de 148. Desde 1990, o indicador aumentou 19,64 p.p..

2023 31,19% −0,13 p.p. vs 2022
Posição no mundo 142de 148
Máximo do período 32,93%2012
Mínimo do período 11,55%1990

Evolução ao longo do tempo

1990–2023 · % da geração

Perdas nas redes elétricas — Iêmen, 1990–2023102030401990199419982002200620102014201820221990: 11,55%1991: 16,75%1992: 19,34%1993: 20,77%1994: 18,94%1995: 21,18%1996: 22,3%1997: 23,27%1998: 24,38%1999: 28,6%2000: 27,61%2001: 28,06%2002: 24,59%2003: 23,72%2004: 22,38%2005: 22,55%2006: 25,54%2007: 25,42%2008: 23,03%2009: 24,27%2010: 23,9%2011: 25,62%2012: 32,93%2013: 25,75%2014: 25,13%2015: 24,68%2016: 24,24%2017: 31,49%2018: 26,41%2019: 30,83%2020: 30,7%2021: 31,18%2022: 31,32%2023: 31,19%
Variação no período: +19,64 p.p. Média anual: 0,6 p.p.

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Iêmen

Iêmen 31,19%
Mundo 6,95%
Ásia Ocidental calculado 13,29%
Perdas nas redes elétricas — Iêmen, por ano Iêmen Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2023 31,19 −0,13 p.p.
2022 31,32 +0,13 p.p.
2021 31,18 +0,48 p.p.
2020 30,7 −0,12 p.p.
2019 30,83 +4,41 p.p.
2018 26,41 −5,08 p.p.
2017 31,49 +7,25 p.p.
2016 24,24 −0,44 p.p.
2015 24,68 −0,45 p.p.
2014 25,13 −0,62 p.p.
2013 25,75 −7,18 p.p.
2012 32,93 +7,31 p.p.
2011 25,62 +1,72 p.p.
2010 23,9 −0,37 p.p.
2009 24,27 +1,24 p.p.
2008 23,03 −2,39 p.p.
2007 25,42 −0,12 p.p.
2006 25,54 +3 p.p.
2005 22,55 +0,16 p.p.
2004 22,38 −1,34 p.p.
2003 23,72 −0,87 p.p.
2002 24,59 −3,47 p.p.
2001 28,06 +0,44 p.p.
2000 27,61 −0,99 p.p.
1999 28,6 +4,22 p.p.
1998 24,38 +1,11 p.p.
1997 23,27 +0,97 p.p.
1996 22,3 +1,12 p.p.
1995 21,18 +2,25 p.p.
1994 18,94 −1,83 p.p.
1993 20,77 +1,42 p.p.
1992 19,34 +2,59 p.p.
1991 16,75 +5,21 p.p.
1990 11,55

Sobre o indicador

Perdas de eletricidade na transmissão e na distribuição, em porcentagem da geração. Entram na grandeza tanto as perdas físicas em cabos e transformadores quanto as chamadas perdas comerciais — consumo não medido, ligações clandestinas, contas não pagas. A estatística não permite separá-las, e é justamente por isso que o indicador serve de medida indireta do estado do sistema de redes: as perdas físicas em uma rede em bom estado raramente passam de oito por cento, e valores acima de vinte quase sempre significam problemas de medição e de cobrança.

Importante: Perdas técnicas e comerciais juntas; a fonte não permite separá-las. Os agregados são ponderados pela geração em terawatts-hora e calculados desde 2000.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.