Consumo de eletricidade per capita — todos os países

Consumo de eletricidade per capita — Suriname

Consumo de eletricidade per capita no Suriname em 2024 — 2,74 MWh. Posição 96 no mundo, de um total de 196. Desde 2000, o indicador aumentou 36,3%.

2024 2,74 MWh −0,36% vs 2023
Posição no mundo 96de 196
Máximo do período 3,56 MWh2010
Mínimo do período 2,01 MWh2000

Evolução ao longo do tempo

2000–2024 · megawatts-hora per capita

Consumo de eletricidade per capita — Suriname, 2000–202422,533,542000200320062009201220152018202120242000: 2,01 MWh2001: 2,14 MWh2002: 2,48 MWh2003: 2,57 MWh2004: 2,78 MWh2005: 3,25 MWh2006: 2,99 MWh2007: 2,83 MWh2008: 2,81 MWh2009: 2,82 MWh2010: 3,56 MWh2011: 2,75 MWh2012: 2,97 MWh2013: 3,09 MWh2014: 3,16 MWh2015: 3,2 MWh2016: 3,1 MWh2017: 3,05 MWh2018: 3,17 MWh2019: 3,37 MWh2020: 3,35 MWh2021: 3,38 MWh2022: 3,39 MWh2023: 2,75 MWh2024: 2,74 MWh
Variação no período: +0,73 (+36,32%) Taxa média anual: 1,3 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Suriname

Suriname 2,74 MWh
Mundo calculado 3,77 MWh
América Latina e Caribe calculado 2,77 MWh
América do Sul calculado 3,05 MWh
Países de renda média-alta calculado 5,05 MWh
Consumo de eletricidade per capita — Suriname, por ano Suriname Todos os países CSV XLSX
Ano MWh Variação Variação, %
2024 2,74 −0,01 −0,36%
2023 2,75 −0,64 −18,88%
2022 3,39 +0,01 +0,3%
2021 3,38 +0,03 +0,9%
2020 3,35 −0,02 −0,59%
2019 3,37 +0,2 +6,31%
2018 3,17 +0,12 +3,93%
2017 3,05 −0,05 −1,61%
2016 3,1 −0,1 −3,13%
2015 3,2 +0,04 +1,27%
2014 3,16 +0,07 +2,27%
2013 3,09 +0,12 +4,04%
2012 2,97 +0,22 +8%
2011 2,75 −0,81 −22,75%
2010 3,56 +0,74 +26,24%
2009 2,82 +0,01 +0,36%
2008 2,81 −0,02 −0,71%
2007 2,83 −0,16 −5,35%
2006 2,99 −0,26 −8%
2005 3,25 +0,47 +16,91%
2004 2,78 +0,21 +8,17%
2003 2,57 +0,09 +3,63%
2002 2,48 +0,34 +15,89%
2001 2,14 +0,13 +6,47%
2000 2,01

Sobre o indicador

Consumo de eletricidade correspondente a cada habitante, em megawatts-hora por ano. Um dos indicadores mais eloquentes do padrão de vida e da estrutura da economia: a diferença entre os países extremos passa de duzentas vezes. Mas ele deve ser lido levando em conta o clima e a indústria — no topo da lista não estão apenas países ricos, e sim também a Islândia e a Noruega, com fábricas de alumínio movidas a hidroeletricidade barata, e os Estados do Golfo Pérsico, onde o ar-condicionado consome mais do que o aquecimento na Europa.

Importante: Calculado sobre todo o consumo do país, incluindo a indústria, e não apenas sobre os domicílios. A série começa em 2000.

Fonte: Dados anuais de eletricidade (Ember), licença CC BY 4.0.