Consumo de eletricidade per capita — todos os países

Consumo de eletricidade per capita — Chile

Consumo de eletricidade per capita no Chile em 2025 — 4,46 MWh. Posição 48 no mundo, de um total de 91. Desde 2000, o indicador aumentou 63,4%.

2025 4,46 MWh −0,45% vs 2024
Posição no mundo 48de 91
Máximo do período 4,66 MWh2022
Mínimo do período 2,73 MWh2000

Evolução ao longo do tempo

2000–2025 · megawatts-hora per capita

Consumo de eletricidade per capita — Chile, 2000–20252,533,544,552000200320062009201220152018202120242000: 2,73 MWh2001: 2,79 MWh2002: 2,85 MWh2003: 3,03 MWh2004: 3,27 MWh2005: 3,33 MWh2006: 3,47 MWh2007: 3,59 MWh2008: 3,6 MWh2009: 3,63 MWh2010: 3,56 MWh2011: 3,83 MWh2012: 3,97 MWh2013: 4,12 MWh2014: 3,93 MWh2015: 4,15 MWh2016: 4,32 MWh2017: 4,25 MWh2018: 4,33 MWh2019: 4,37 MWh2020: 4,32 MWh2021: 4,53 MWh2022: 4,66 MWh2023: 4,54 MWh2024: 4,48 MWh2025: 4,46 MWh
Variação no período: +1,73 (+63,37%) Taxa média anual: 1,98 %

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Chile

Chile 4,46 MWh
América do Sul calculado 3,09 MWh
Consumo de eletricidade per capita — Chile, por ano Chile Todos os países CSV XLSX
Ano MWh Variação Variação, %
2025 4,46 −0,02 −0,45%
2024 4,48 −0,06 −1,32%
2023 4,54 −0,12 −2,58%
2022 4,66 +0,13 +2,87%
2021 4,53 +0,21 +4,86%
2020 4,32 −0,05 −1,14%
2019 4,37 +0,04 +0,92%
2018 4,33 +0,08 +1,88%
2017 4,25 −0,07 −1,62%
2016 4,32 +0,17 +4,1%
2015 4,15 +0,22 +5,6%
2014 3,93 −0,19 −4,61%
2013 4,12 +0,15 +3,78%
2012 3,97 +0,14 +3,66%
2011 3,83 +0,27 +7,58%
2010 3,56 −0,07 −1,93%
2009 3,63 +0,03 +0,83%
2008 3,6 +0,01 +0,28%
2007 3,59 +0,12 +3,46%
2006 3,47 +0,14 +4,2%
2005 3,33 +0,06 +1,83%
2004 3,27 +0,24 +7,92%
2003 3,03 +0,18 +6,32%
2002 2,85 +0,06 +2,15%
2001 2,79 +0,06 +2,2%
2000 2,73

América do Sul, 2025

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Consumo de eletricidade correspondente a cada habitante, em megawatts-hora por ano. Um dos indicadores mais eloquentes do padrão de vida e da estrutura da economia: a diferença entre os países extremos passa de duzentas vezes. Mas ele deve ser lido levando em conta o clima e a indústria — no topo da lista não estão apenas países ricos, e sim também a Islândia e a Noruega, com fábricas de alumínio movidas a hidroeletricidade barata, e os Estados do Golfo Pérsico, onde o ar-condicionado consome mais do que o aquecimento na Europa.

Importante: Calculado sobre todo o consumo do país, incluindo a indústria, e não apenas sobre os domicílios. A série começa em 2000.

Fonte: Dados anuais de eletricidade (Ember), licença CC BY 4.0.