Consumo de eletricidade per capita — todos os países

Consumo de eletricidade per capita — América Latina e Caribe

Consumo de eletricidade per capita na América Latina e no Caribe em 2024 — 2,77 MWh. Desde 2000, o indicador aumentou 43,5%.

2024 2,77 MWh +1,8% vs 2023
Posição no mundo
Máximo do período 2,77 MWh2024
Mínimo do período 1,89 MWh2001

Evolução ao longo do tempo

2000–2024 · megawatts-hora per capita

Consumo de eletricidade per capita — América Latina e Caribe, 2000–20241,7522,252,52,7532000200320062009201220152018202120242000: 1,93 MWh2001: 1,89 MWh2002: 1,92 MWh2003: 1,98 MWh2004: 2,06 MWh2005: 2,12 MWh2006: 2,2 MWh2007: 2,27 MWh2008: 2,31 MWh2009: 2,3 MWh2010: 2,38 MWh2011: 2,46 MWh2012: 2,53 MWh2013: 2,58 MWh2014: 2,56 MWh2015: 2,6 MWh2016: 2,6 MWh2017: 2,58 MWh2018: 2,62 MWh2019: 2,61 MWh2020: 2,54 MWh2021: 2,62 MWh2022: 2,65 MWh2023: 2,72 MWh2024: 2,77 MWh
Variação no período: +0,84 (+43,49%) Taxa média anual: 1,52 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: América Latina e Caribe

América Latina e Caribe 2,77 MWh
Mundo calculado 3,77 MWh
Consumo de eletricidade per capita — América Latina e Caribe, por ano América Latina e Caribe Todos os países CSV XLSX
Ano MWh Variação Variação, %
2024 2,77 +0,05 +1,8%
2023 2,72 +0,07 +2,71%
2022 2,65 +0,03 +1,16%
2021 2,62 +0,08 +3,01%
2020 2,54 −0,07 −2,81%
2019 2,61 −0,01 −0,23%
2018 2,62 +0,04 +1,45%
2017 2,58 −0,02 −0,71%
2016 2,6 +0 +0,18%
2015 2,6 +0,04 +1,46%
2014 2,56 −0,02 −0,96%
2013 2,58 +0,06 +2,23%
2012 2,53 +0,07 +2,91%
2011 2,46 +0,07 +3,06%
2010 2,38 +0,08 +3,66%
2009 2,3 −0,02 −0,7%
2008 2,31 +0,05 +2,16%
2007 2,27 +0,07 +3,17%
2006 2,2 +0,07 +3,42%
2005 2,12 +0,06 +3,07%
2004 2,06 +0,08 +3,96%
2003 1,98 +0,06 +3,08%
2002 1,92 +0,03 +1,76%
2001 1,89 −0,04 −2,06%
2000 1,93

Sobre o indicador

Consumo de eletricidade correspondente a cada habitante, em megawatts-hora por ano. Um dos indicadores mais eloquentes do padrão de vida e da estrutura da economia: a diferença entre os países extremos passa de duzentas vezes. Mas ele deve ser lido levando em conta o clima e a indústria — no topo da lista não estão apenas países ricos, e sim também a Islândia e a Noruega, com fábricas de alumínio movidas a hidroeletricidade barata, e os Estados do Golfo Pérsico, onde o ar-condicionado consome mais do que o aquecimento na Europa.

Importante: Calculado sobre todo o consumo do país, incluindo a indústria, e não apenas sobre os domicílios. A série começa em 2000.

Fonte: Dados anuais de eletricidade (Ember), licença CC BY 4.0.