Consumo de eletricidade per capita — todos os países

Consumo de eletricidade per capita — São Vicente e Granadinas

Consumo de eletricidade per capita em São Vicente e Granadinas em 2024 — 1,49 MWh. Posição 125 no mundo, de um total de 196. Desde 2000, o indicador aumentou 69,3%.

2024 1,49 MWh +0,68% vs 2023
Posição no mundo 125de 196
Máximo do período 1,5 MWh2016
Mínimo do período 0,88 MWh2000

Evolução ao longo do tempo

2000–2024 · megawatts-hora per capita

Consumo de eletricidade per capita — São Vicente e Granadinas, 2000–20240,811,21,41,62000200320062009201220152018202120242000: 0,88 MWh2001: 0,88 MWh2002: 0,88 MWh2003: 0,97 MWh2004: 1,06 MWh2005: 1,25 MWh2006: 1,16 MWh2007: 1,26 MWh2008: 1,26 MWh2009: 1,27 MWh2010: 1,36 MWh2011: 1,28 MWh2012: 1,38 MWh2013: 1,3 MWh2014: 1,3 MWh2015: 1,4 MWh2016: 1,5 MWh2017: 1,42 MWh2018: 1,43 MWh2019: 1,44 MWh2020: 1,45 MWh2021: 1,36 MWh2022: 1,47 MWh2023: 1,48 MWh2024: 1,49 MWh
Variação no período: +0,61 (+69,32%) Taxa média anual: 2,22 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: São Vicente e Granadinas

São Vicente e Granadinas 1,49 MWh
Mundo calculado 3,77 MWh
América Latina e Caribe calculado 2,77 MWh
Países de renda média-alta calculado 5,05 MWh
Consumo de eletricidade per capita — São Vicente e Granadinas, por ano São Vicente e Granadinas Todos os países CSV XLSX
Ano MWh Variação Variação, %
2024 1,49 +0,01 +0,68%
2023 1,48 +0,01 +0,68%
2022 1,47 +0,11 +8,09%
2021 1,36 −0,09 −6,21%
2020 1,45 +0,01 +0,69%
2019 1,44 +0,01 +0,7%
2018 1,43 +0,01 +0,7%
2017 1,42 −0,08 −5,33%
2016 1,5 +0,1 +7,14%
2015 1,4 +0,1 +7,69%
2014 1,3 +0 +0%
2013 1,3 −0,08 −5,8%
2012 1,38 +0,1 +7,81%
2011 1,28 −0,08 −5,88%
2010 1,36 +0,09 +7,09%
2009 1,27 +0,01 +0,79%
2008 1,26 +0 +0%
2007 1,26 +0,1 +8,62%
2006 1,16 −0,09 −7,2%
2005 1,25 +0,19 +17,92%
2004 1,06 +0,09 +9,28%
2003 0,97 +0,09 +10,23%
2002 0,88 +0 +0%
2001 0,88 +0 +0%
2000 0,88

Sobre o indicador

Consumo de eletricidade correspondente a cada habitante, em megawatts-hora por ano. Um dos indicadores mais eloquentes do padrão de vida e da estrutura da economia: a diferença entre os países extremos passa de duzentas vezes. Mas ele deve ser lido levando em conta o clima e a indústria — no topo da lista não estão apenas países ricos, e sim também a Islândia e a Noruega, com fábricas de alumínio movidas a hidroeletricidade barata, e os Estados do Golfo Pérsico, onde o ar-condicionado consome mais do que o aquecimento na Europa.

Importante: Calculado sobre todo o consumo do país, incluindo a indústria, e não apenas sobre os domicílios. A série começa em 2000.

Fonte: Dados anuais de eletricidade (Ember), licença CC BY 4.0.