Consumo de eletricidade per capita — todos os países

Consumo de eletricidade per capita — Bahamas

Consumo de eletricidade per capita nas Bahamas em 2024 — 5,61 MWh. Posição 51 no mundo, de um total de 196. Desde 2000, o indicador aumentou 6,9%.

2024 5,61 MWh +1,45% vs 2023
Posição no mundo 51de 196
Máximo do período 6,37 MWh2007
Mínimo do período 4,96 MWh2013

Evolução ao longo do tempo

2000–2024 · megawatts-hora per capita

Consumo de eletricidade per capita — Bahamas, 2000–20244,555,566,52000200320062009201220152018202120242000: 5,25 MWh2001: 5,4 MWh2002: 5,7 MWh2003: 5,96 MWh2004: 5,83 MWh2005: 6,08 MWh2006: 6,09 MWh2007: 6,37 MWh2008: 6,28 MWh2009: 5,9 MWh2010: 5,47 MWh2011: 5,52 MWh2012: 5,06 MWh2013: 4,96 MWh2014: 5,02 MWh2015: 5,19 MWh2016: 5,08 MWh2017: 5,1 MWh2018: 5,09 MWh2019: 5,09 MWh2020: 5,13 MWh2021: 5,15 MWh2022: 5,16 MWh2023: 5,53 MWh2024: 5,61 MWh
Variação no período: +0,36 (+6,86%) Taxa média anual: 0,28 %

Comparação, 2024

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Bahamas

Bahamas 5,61 MWh
Mundo calculado 3,77 MWh
América Latina e Caribe calculado 2,77 MWh
Países de renda alta calculado 9,16 MWh
Consumo de eletricidade per capita — Bahamas, por ano Bahamas Todos os países CSV XLSX
Ano MWh Variação Variação, %
2024 5,61 +0,08 +1,45%
2023 5,53 +0,37 +7,17%
2022 5,16 +0,01 +0,19%
2021 5,15 +0,02 +0,39%
2020 5,13 +0,04 +0,79%
2019 5,09 +0 +0%
2018 5,09 −0,01 −0,2%
2017 5,1 +0,02 +0,39%
2016 5,08 −0,11 −2,12%
2015 5,19 +0,17 +3,39%
2014 5,02 +0,06 +1,21%
2013 4,96 −0,1 −1,98%
2012 5,06 −0,46 −8,33%
2011 5,52 +0,05 +0,91%
2010 5,47 −0,43 −7,29%
2009 5,9 −0,38 −6,05%
2008 6,28 −0,09 −1,41%
2007 6,37 +0,28 +4,6%
2006 6,09 +0,01 +0,16%
2005 6,08 +0,25 +4,29%
2004 5,83 −0,13 −2,18%
2003 5,96 +0,26 +4,56%
2002 5,7 +0,3 +5,56%
2001 5,4 +0,15 +2,86%
2000 5,25

Sobre o indicador

Consumo de eletricidade correspondente a cada habitante, em megawatts-hora por ano. Um dos indicadores mais eloquentes do padrão de vida e da estrutura da economia: a diferença entre os países extremos passa de duzentas vezes. Mas ele deve ser lido levando em conta o clima e a indústria — no topo da lista não estão apenas países ricos, e sim também a Islândia e a Noruega, com fábricas de alumínio movidas a hidroeletricidade barata, e os Estados do Golfo Pérsico, onde o ar-condicionado consome mais do que o aquecimento na Europa.

Importante: Calculado sobre todo o consumo do país, incluindo a indústria, e não apenas sobre os domicílios. A série começa em 2000.

Fonte: Dados anuais de eletricidade (Ember), licença CC BY 4.0.