Consumo de fertilizantes — todos os países

Consumo de fertilizantes — Mauritânia

Consumo de fertilizantes na Mauritânia em 2023 — 8,5 kg/ha. Posição 162 no mundo, de um total de 191. Desde 1966, o indicador aumentou 4.435%.

2023 8,5 kg/ha +0% vs 2022
Posição no mundo 162de 191
Máximo do período 17,3 kg/ha1992
Mínimo do período 0,2 kg/ha1966

Evolução ao longo do tempo

1966–2023 · kg por hectare

Consumo de fertilizantes — Mauritânia, 1966–202305101520196619721978198419901996200220082014202020231966: 0,2 kg/ha1967: 0,4 kg/ha1968: 0,7 kg/ha1969: 0,7 kg/ha1970: 1,1 kg/ha1973: 1 kg/ha1974: 2,5 kg/ha1975: 6 kg/ha1976: 2,6 kg/ha1977: 11,7 kg/ha1978: 10,4 kg/ha1979: 10,8 kg/ha1980: 6,2 kg/ha1982: 0,4 kg/ha1983: 1,6 kg/ha1984: 1,9 kg/ha1985: 6,7 kg/ha1986: 3,1 kg/ha1987: 3,2 kg/ha1988: 8,9 kg/ha1989: 6,1 kg/ha1990: 9,8 kg/ha1991: 12,6 kg/ha1992: 17,3 kg/ha1993: 10,7 kg/ha1994: 8,9 kg/ha1995: 8,9 kg/ha1996: 11,1 kg/ha1997: 3,8 kg/ha1998: 4 kg/ha1999: 5,3 kg/ha2001: 6,4 kg/ha2002: 4,9 kg/ha2003: 5,7 kg/ha2004: 5,2 kg/ha2005: 5,7 kg/ha2006: 7,7 kg/ha2007: 4,7 kg/ha2008: 5,4 kg/ha2009: 5,4 kg/ha2010: 8,7 kg/ha2011: 5,4 kg/ha2012: 7,8 kg/ha2013: 8,1 kg/ha2014: 8,1 kg/ha2015: 8,1 kg/ha2016: 10,7 kg/ha2017: 13,6 kg/ha2018: 12,8 kg/ha2019: 12,4 kg/ha2020: 14,9 kg/ha2021: 11,3 kg/ha2022: 8,5 kg/ha2023: 8,5 kg/ha
Variação no período: +8,3 (+4.435%) Taxa média anual: 6,92 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Mauritânia

Mauritânia 8,5 kg/ha
Mundo 137,6 kg/ha
África Subsaariana 19,6 kg/ha
África Ocidental calculado 9,7 kg/ha
Países de renda média-baixa calculado 128,5 kg/ha
Consumo de fertilizantes — Mauritânia, por ano Mauritânia Todos os países CSV XLSX
Ano kg/ha Variação Variação, %
2023 8,5 +0 +0%
2022 8,5 −2,8 −24,67%
2021 11,3 −3,6 −23,97%
2020 14,9 +2,5 +19,82%
2019 12,4 −0,4 −2,87%
2018 12,8 −0,8 −5,73%
2017 13,6 +2,9 +27,35%
2016 10,7 +2,6 +32,22%
2015 8,1 −0 −0,25%
2014 8,1 −0 −0,49%
2013 8,1 +0,3 +3,51%
2012 7,8 +2,4 +44,18%
2011 5,4 −3,3 −37,85%
2010 8,7 +3,4 +62,08%
2009 5,4 +0 +0,79%
2008 5,4 +0,7 +14,11%
2007 4,7 −3 −38,69%
2006 7,7 +2 +34,2%
2005 5,7 +0,5 +8,82%
2004 5,2 −0,5 −8,78%
2003 5,7 +0,9 +18,41%
2002 4,9 −1,6 −24,69%
2001 6,4
1999 5,3 +1,3 +33,33%
1998 4 +0,2 +4,53%
1997 3,8 −7,3 −65,56%
1996 11,1 +2,2 +25%
1995 8,9 +0 +0%
1994 8,9 −1,8 −16,86%
1993 10,7 −6,6 −38,34%
1992 17,3 +4,8 +38,05%
1991 12,6 +2,8 +28,83%
1990 9,8 +3,7 +61,09%
1989 6,1 −2,8 −31,91%
1988 8,9 +5,7 +174,75%
1987 3,2 +0,1 +3,53%
1986 3,1 −3,6 −53,36%
1985 6,7 +4,8 +247,41%
1984 1,9 +0,3 +18,34%
1983 1,6 +1,2 +307,41%
1982 0,4
1980 6,2 −4,6 −42,52%
1979 10,8 +0,3 +3,13%
1978 10,4 −1,3 −11,01%
1977 11,7 +9,2 +357,65%
1976 2,6 −3,4 −57,19%
1975 6 +3,5 +144,07%
1974 2,5 +1,5 +150,96%
1973 1
1970 1,1 +0,4 +50%
1969 0,7 −0 −3,6%
1968 0,7 +0,4 +99,25%
1967 0,4 +0,2 +99,25%
1966 0,2

Sobre o indicador

Consumo de fertilizantes minerais (nitrogenados, fosfatados e potássicos, em equivalente de nutriente) em quilogramas por hectare de terras aráveis. Está diretamente ligado ao rendimento, mas a aplicação excessiva leva à contaminação de corpos de água e à emissão de óxido nitroso — por isso o objetivo aqui é o ponto ótimo, e não o máximo.

Importante: O agregado é ponderado pela área arável — o mesmo denominador que está no indicador. O valor não distingue os tipos de fertilizante e não diz se foram aplicados na dose e no momento adequados.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.