Consumo de fertilizantes — todos os países

Consumo de fertilizantes — Libéria

Consumo de fertilizantes na Libéria em 2023 — 11,7 kg/ha. Posição 155 no mundo, de um total de 191. Desde 1961, o indicador aumentou 8.727,1%.

2023 11,7 kg/ha +0% vs 2022
Posição no mundo 155de 191
Máximo do período 20,4 kg/ha2020
Mínimo do período 0,1 kg/ha1961

Evolução ao longo do tempo

1961–2023 · kg por hectare

Consumo de fertilizantes — Libéria, 1961–2023010203019611968197519821989199620032010201720231961: 0,1 kg/ha1962: 0,1 kg/ha1963: 0,3 kg/ha1964: 0,5 kg/ha1965: 0,8 kg/ha1966: 3,8 kg/ha1967: 4,3 kg/ha1968: 3,3 kg/ha1969: 4,9 kg/ha1970: 6,3 kg/ha1971: 5,2 kg/ha1972: 10,2 kg/ha1973: 9 kg/ha1974: 9 kg/ha1975: 13,3 kg/ha1976: 16,1 kg/ha1977: 16,7 kg/ha1978: 11,2 kg/ha1979: 14,8 kg/ha1980: 8,4 kg/ha1981: 13,7 kg/ha1982: 3,5 kg/ha1983: 7,4 kg/ha1984: 2,9 kg/ha1985: 3,8 kg/ha1986: 4,3 kg/ha1987: 9 kg/ha1988: 8,5 kg/ha1989: 6,8 kg/ha1990: 0,9 kg/ha2002: 7,8 kg/ha2003: 8,6 kg/ha2004: 7,9 kg/ha2005: 8,6 kg/ha2006: 11,5 kg/ha2007: 7,1 kg/ha2008: 7,7 kg/ha2009: 7,3 kg/ha2010: 11,8 kg/ha2011: 7,5 kg/ha2012: 10,9 kg/ha2013: 11,3 kg/ha2014: 11,2 kg/ha2015: 11 kg/ha2016: 14,6 kg/ha2017: 18,6 kg/ha2018: 17,5 kg/ha2019: 17 kg/ha2020: 20,4 kg/ha2021: 15,5 kg/ha2022: 11,7 kg/ha2023: 11,7 kg/ha
Variação no período: +11,5 (+8.727,06%) Taxa média anual: 7,49 %

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Libéria

Libéria 11,7 kg/ha
Mundo 137,6 kg/ha
África Subsaariana 19,6 kg/ha
África Ocidental calculado 9,7 kg/ha
Países de renda baixa calculado 14,3 kg/ha
Consumo de fertilizantes — Libéria, por ano Libéria Todos os países CSV XLSX
Ano kg/ha Variação Variação, %
2023 11,7 +0 +0%
2022 11,7 −3,8 −24,66%
2021 15,5 −4,9 −23,97%
2020 20,4 +3,4 +19,84%
2019 17 −0,5 −2,88%
2018 17,5 −1,1 −5,73%
2017 18,6 +4 +27,35%
2016 14,6 +3,6 +32,23%
2015 11 −0,2 −1,66%
2014 11,2 −0,1 −0,5%
2013 11,3 +0,4 +3,51%
2012 10,9 +3,4 +45,19%
2011 7,5 −4,3 −36,25%
2010 11,8 +4,5 +61,17%
2009 7,3 −0,4 −4,91%
2008 7,7 +0,6 +8,85%
2007 7,1 −4,5 −38,75%
2006 11,5 +2,9 +34,28%
2005 8,6 +0,7 +8,75%
2004 7,9 −0,7 −7,99%
2003 8,6 +0,8 +9,97%
2002 7,8
1990 0,9 −5,9 −87,3%
1989 6,8 −1,8 −20,59%
1988 8,5 −0,5 −5,29%
1987 9 +4,7 +110,97%
1986 4,3 +0,4 +10,72%
1985 3,8 +0,9 +32,73%
1984 2,9 −4,5 −60,71%
1983 7,4 +3,9 +112,55%
1982 3,5 −10,3 −74,78%
1981 13,7 +5,4 +64,15%
1980 8,4 −6,4 −43,48%
1979 14,8 +3,6 +32,14%
1978 11,2 −5,5 −33,04%
1977 16,7 +0,7 +4,12%
1976 16,1 +2,8 +21,23%
1975 13,3 +4,3 +47,15%
1974 9 +0 +0,24%
1973 9 −1,2 −11,84%
1972 10,2 +5 +96,53%
1971 5,2 −1,1 −17,39%
1970 6,3 +1,4 +28,48%
1969 4,9 +1,6 +50%
1968 3,3 −1,1 −24,59%
1967 4,3 +0,5 +14,29%
1966 3,8 +3 +370,45%
1965 0,8 +0,3 +50%
1964 0,5 +0,3 +101,61%
1963 0,3 +0,1 +100%
1962 0,1 +0 +0,53%
1961 0,1

Sobre o indicador

Consumo de fertilizantes minerais (nitrogenados, fosfatados e potássicos, em equivalente de nutriente) em quilogramas por hectare de terras aráveis. Está diretamente ligado ao rendimento, mas a aplicação excessiva leva à contaminação de corpos de água e à emissão de óxido nitroso — por isso o objetivo aqui é o ponto ótimo, e não o máximo.

Importante: O agregado é ponderado pela área arável — o mesmo denominador que está no indicador. O valor não distingue os tipos de fertilizante e não diz se foram aplicados na dose e no momento adequados.

Fonte: FAOSTAT (FAO), licença CC BY 4.0.